BALSA NOVA – Paraná

BALSA NOVA – Paraná

Na Serra, ao contrário de outros fazendeiros, o “Tigre” fixou-se no lugar chamado de Tamanduá. Assim foi fundada a primeira povoação de Balsa Nova, no ano de 1702. O povoado cresceu, e, em 1709 com a construção da Capela Nossa Senhora do Carmo, que mais tarde passaria a ser Capela de Nossa Senhora da Conceição do Tamunduá, passou a ter representatividade econômica. Sob as “asas” de Tamanduá foram surgindo e crescendo outros núcleos Serra abaixo, no Vale do Iguaçu. Enquanto esses novos vales prosperavam, a “Velha Tamanduá” entrava em decadência, a partir de 1823.

Rodeio Grande, Bugre, São Luiz, Santo Antonio e São Caetano formavam agora a base econômica da região balsanovense. Rodeio era o mais progressista, mas havia que se melhorar a travessia do Iguaçu. Com a participação das famílias Alvarenga, Anjos e Chaves, construiu-se uma balsa puxada por quatro canoas. A embarcação pouco durou sendo arrastada pelas águas. Em 1891 surgia uma nova balsa, tracionada por correntes e muito mais segura. A partir daí esqueceu-se do “Rodeio” e todos os moradores da região passaram a referir-se ao lugar como Balsa Nova.

Em 1938 a denominação oficial do lugar passou a ser João Eugênio. Em 12 de maio de 1954, por pressão popular, o nome volta a ser, em definitivo, Balsa Nova. Em 25 de janeiro de 1961, o então Distrito é desmembrado de Campo Largo e torna-se o Município de Balsa Nova. A partir daí, superada a fase de transição administrativa, a cidade vive sua independência, união e prosperidade.

ATRATIVOS:

Capela N. Sra. da Conceição do Tamanduá, Parque Manancial

Ponte dos Arcos: Na divisa municipal de Balsa Nova e Porto Amazonas, na junção entre o Rio dos Papagaios e o Rio Iguaçu, exatamente ao final da Estrada do Tamanduá, fica localizada a Ponte dos Arcos, com seus mais de 60m de altura e 585m de comprimento.

Cristo de São Luiz do Purunã: À beira do Segundo Planalto Paranaense, da estátua do Cristo, se consegue enxergar as cidades de Curitiba e Campo Largo, e em dias limpos, até mesmo a Serra do Mar ao longe. É uma das paisagens mais bonitas de toda a região. Não se tem áreas de lazer como antigamente (churrasqueiras e playground), mas a maravilhosa paisagem de todo o Primeiro Planalto. Vale o passeio.

Ponte Centenária sobre o Rio dos Papagaios: A antiga ponte sobre o Rio dos Papagaios, às margens da BR 277, foi construída no ano de 1876, por imigrantes alemães, quando da visita de Dom Pedro II ao Paraná. É uma obra tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural, sendo considerada, um monumento da engenharia nacional. A Ponte fica dentro do Recanto Monteiro Tourinho (Recanto dos Papagaios), hoje, um local de lazer com áreas de churrasqueiras, playground e piscinas naturais.

Cachoeira Secreta e Véu da Cachoeira Secreta: Praticamente virgem, a Cachoeira Secreta é o final de um conjunto de pequenas quedas d’água que se formam em um pedregoso rio que desce a encosta da Serra dos Capados. O lugar é tão intocado, que se torna difícil achar a trilha, que sempre se fecha. Porém, os poucos que encaram o desafio, se deslumbram com um cenário natural intacto, embrenhado na mata fechada, e que é um convite ao trekking de grande dificuldade.

Cachoeira do Alemão: A Cachoeira do Alemão fica dentro do Recanto dos Arcos, um lindo local com churrasqueiras, lanchonetes, piscinas e diversas opções de lazer, próximo à Ponte dos Arcos, ao final da estrada do Tamanduá. Para ingresso, é cobrada uma pequena taxa, que dá direito ao visitante de, não só visitar a queda d’água, mas de desfrutar de toda a estrutura.

Cachoeira do Rio das Mortes: Em seu ponto mais largo, dentro da Fazenda Thalia, o Rio das Mortes vem formando várias piscinas naturais, até cair de um extenso paredão com cerca de 5 metros de altura. A Sociedade Thalia, dona da propriedade, estruturou o lugar com escadas e churrasqueiras, porém, só é permitido o acesso a sócios do clube ou na devida companhia de um.

Alem da Cachoeira dos Namorados – Cachoeira do Setor 4 – Cachoeira do Escorregão – Tamanduá

Poço Preto: A queda não é muito alta, porém, é caudalosa e se esgueira entre as rochas do pequeno penhasco, caindo numa piscina natural muito profunda e escura, a qual dá o nome do local. Infelizmente, o Poço Preto fica numa propriedade particular onde os donos manifestam não querer a entrada de visitantes, através de placas proibindo o acesso.

Também o Lago Sinistro – Lagoa das Tilápias – Rio das Mortes – Ribeirão Amola Faca

Rio Tamanduá: Nascendo no alto de São Luiz do Purunã e se perdendo nas águas limítrofes do Rio dos Papagaios, o Rio Tamanduá percorre toda sua vida dentro da região à qual empresta o nome. Em todo o seu percurso, mescla áreas de intensa calmaria, com momentos de fortes corredeiras e cachoeiras, escavando gradativamente em seu caminho um canyon, que ao final, ostenta belos paredões de pedra. É no Rio Tamanduá que se encontram as frondosas cachoeiras do Bruel e do Alemão.

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