CHUPINGUAIA – Rondônia

CHUPINGUAIA – Rondônia

O primeiro nome da cidade se dá ainda no década de 70 com o nome de Viradouro, por conter apenas duas ruas, logo com a emancipação realizada nos primórdios de 1995 se dá o nome de Chupinguaia. Alguns dizem que o nome se dá devido uma ave encontrada no região (chupin), contudo moradores antigos e indígenas locais contestam esta afirmação completando que o nome é na verdade derivado de língua indígena e que o significado é na verdade (rio de sangue), em alusão aos acontecimentos predominantes na época da exploração do lugar.
A formação da cidade se deu devido a madeira, abundante no período, principalmente no que se refere as madeiras de lei como: Cerejeiras, Mogno, Cabriúva, e outras tantas dificilmente encontradas, e protegidas por lei nos dias atuais. Havia ainda no período grande incidência de serrarias nas quais eram responsáveis pela extração e envio das madeiras para outras cidades do território nacional a saber: São Paulo e Rio de Janeiro, como também para exportação a países como: Portugal, Espanha e outros.
O município é composto na atualidade de vários distritos a saber: Guaporé, Boa Esperança, Novo Plano, Corgão e Nova Andradina. O município passa no momento por uma fase de crescimento, estando entre os 10 maiores arrecadadores do estado, isto entre os municípios fora da rodovia federal BR-364, devido à grande quantidade de bovinos, madeira e agricultura no local.

CEREJEIRAS – Rondônia

CEREJEIRAS – Rondônia

Os primeiros imigrantes chegaram a Cerejeiras em 1875. Todavia, sua história teve início no século XVIII, com o acampamento fundado às margens do rio Guaporé, pelo capitão Antônio Rolim de Moura, em 1750, em viagem de Vila Bela, então capital do Mato Grosso, à Conceição, onde hoje é o Forte Príncipe da Beira.

Este acampamento, posteriormente, foi ocupado por escravos, em sua maioria, fugidos de Vila Bela e passou a ser então um ponto de apoio à navegação do rio Guaporé. O vilarejo ficou estagnado à margem da civilização durante quase dois séculos. Nesse espaço de tempo, o único fato notável ocorrido no lugarejo foi a colocação de um cruzeiro de bronze ilustrado com chumbo e com a transcrição de um versículo bíblico em alemão, datado de 3 de janeiro de 1907.

Embora não existam registros, os moradores mais antigos dizem que essa cruz foi levada pela família de um alemão que, em viagem pelo rio Guaporé, ali faleceu vitimado pela febre amarela. Registros posteriores indicam que o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon mandou fazer explorações e levantamento dos rios localizados desde as proximidades da estação de Vilhena até o rio Guaporé, coletando informações científicas sobre borracha, zoologia, etnografia, mineralogia, geologia e águas termais. Todo material foi levado para o Rio de Janeiro (Jardim botânico e Museu Nacional).

Conforme relatórios de 1915 do executor da estratégica linha telegráfica Cuiabá - Santo Antônio do Rio Madeira. Em 1920, o então chefe do 27º distrito telegráfico, o Major Alecariense Fernandes da Costa, sugeriu uma construção de uma linha Ramal-Telegráfica, partindo da estação de Vilhena em direção ao Vale do Guaporé, interligando todos os lugarejos então conhecidos, dentre eles o lugarejo que deu origem ao município de Cerejeiras. Entretanto o ramal não saiu devido às dificuldades financeiras e porque também havia políticos interessados em levar ao descrédito o trabalho de Rondon. Com o advento da Segunda Guerra Mundial veio a necessidade do extrativismo da borracha, abundante na região amazônica, inclusive na localidade que marca os primórdios de Cerejeiras.

Foi a época da imigração nordestina para o local, os chamados soldados da borracha, que vinham para colaborar no esforço de guerra dos aliados. Em 1943 foi construída uma pista de pouso para aviões Catalina que traziam e levavam os soldados da borracha nordestinos. Foi nesse ano que iniciou um processo de aumento da população com a instalação dessa leva de imigrantes. Com o fim da Segunda Guerra Mundial e o elevado custo da borracha brasileira, sua população foi-se exaurindo até sumir por completo. Da mesma maneira, o lugarejo, ficou estagnado até o início do processo de ocupação do Estado, a partir da década de 60. Durante o processo de colonização de Estado, as terras fora do eixo da BR 364 foram as últimas a serem ocupadas, da mesma maneira como foi postergada na construção das linhas telegráficas.

Devido à existência de alguns aglomerados urbanos na região a as informações sobre a qualidade das terras, o INCRA, em 4 de outubro de 1973, criava o Projeto Integrado de Colonização Paulo Assis Ribeiro, implantado em 21 de agosto do ano seguinte na gleba Guaporé, onde se instalaram as primeiras famílias. Uma precária estrada de penetração foi aberta seguindo a mesma direção proposta pelo Major Alecariense Costa, nas margens da qual, e no final, agricultores postaram-se abrindo clareiras e plantando nas terras férteis. No Referenciado Projeto Integrado de Colonização Paulo Assis Ribeiro, inicialmente chamado de colorado, surgiu uma povoação no cruzamento da linha terceira, eixo com a linha três, onde antes existia a Fazenda Escondido.

Era o início do núcleo urbano que deu início a atual cidade de Cerejeiras. O município foi criado no dia 5 de agosto de 1983, pelo Decreto Lei nº 071, assinado pelo Governador Jorge Teixeira de Oliveira, com área desmembrado do município de Colorado DOeste. Através da Lei nº 570, de 22 de junho de 1994, o município cedeu área territorial para criação do município de Alto Alegre dos Parecis. Através da Lei nº 645, de 27 de dezembro de 1995, o município voltou a ceder área territorial, desta vez para criação do município de Pimenteiras DOeste.

CASTANHEIRAS – Rondônia

CASTANHEIRAS – Rondônia

Com o nome de Castanheiras, o município foi criado pela Lei nº 366, de 13 de fevereiro de 1992, com área desmembrada do Município de Rolim de Moura.
Castanheiras é um município brasileiro do estado de Rondônia. Localiza-se a uma latitude 11º25'03" sul e a uma longitude 61º56'19" oeste, estando a uma altitude de 190 metros. Sua população estimada em 2016 era de 3.617 habitantes e possui uma área de 893 km². A densidade demográfica é de 4 habitantes por km² no território do município. Vizinho dos municípios de Novo Horizonte do Oeste, Presidente Médici e Rolim de Moura, Castanheiras se situa a 29 km a Sul-Oeste de Presidente Médici a maior cidade nos arredores. Possui Jardinópolis como Distrito, situado à 10 km de distância.

CANDEIAS DO JAMARI – Rondônia

CANDEIAS DO JAMARI – Rondônia

Tem sua origem oficial a ser instalado no local pertencente ao município de Alto Madeira com sede em Santo Antônio, pelo Governo do Estado de Mato Grosso. O insignificante lugarejo à margem direita do rio Candeias servia de ponto de estacionamento de quem se dirija para os seringais do alto rio Candeias, bem como de depósito de borracha que desciam o rio, pois o lugarejo fica no ponto de cruzamento da rodovia mato Grosso-Amazonas nesse rio, facilitando o transporte de produção para Porto Velho ou para Cachoeira de Samuel onde aportavam as gaiolas e as outras embarcações de menor porte vindos de Manaus e para onde retornavam.
Somente no final da década de setenta foi que o Candeias começou a expandir o seu núcleo urbano, a agricultura, o comércio e o turismo que proporcionam as praias do rio Candeias. O seu rápido desenvolvimento permitiu a sua elevação a município pela Lei n.º 363, de 13 de fevereiro de 1992.

Rio Jamari - É um rio da Bacia amazônica, afluente do rio Madeira. Na sua margem direita e no munícipio de Candeias do Jamari onde existia uma cachoeira chamada Samuel, foi construido a barragem da Hidrelétrica de Samuel, com potência instalada de 216,0 Mw. Por não possuir bacia acentuada, o rio Jamari recebeu em seu leito um dique de 45 km de extensão de cada margem para formar o lago da hidroelétrica. A usina começou a ser construída no ano de 1982. O plano era para a usina terminar de ser construida em quatro anos mas, devido à falta de verbas, esta só foi concluída catorze anos depois.

CAMPO NOVO DE RONDÔNIA – Rondônia

CAMPO NOVO DE RONDÔNIA – Rondônia

Campo Novo de Rondônia surgiu de um núcleo de garimpagem, no qual foi construído um campo de pouso para pequenos aviões. O lugar passou a ter como referencial a nova pista de pouso, as pessoas denominavam o lugar para eles se dirigirem ao enviar correspondência, com o nome de Campo Novo. Por sua evolução sócio-econômico foi transformado em município pela Lei n.º 379 de 13 de fevereiro de 1992, com a denominação de Campo Novo de Rondônia.

CACOAL – Rondônia

CACOAL – Rondônia

Cachoeira na Linha 11 - Com maior fluxo de visitantes nos finais de semana, quando acontecem rodeios, bingos, churrascos, música ao vivo, dentre outras atividades realizadas no local. As pessoas têm a possibilidade de tomar banho de cachoeira, ou então, para aqueles que gostam, apreciar a natureza.
Cachoeira do Protázio - Lugar muito bonito e tranquilo, ótimo banho de cachoeira nas águas frias do igarapé, área para camping, pesque-pague, e quiosques com mesas e churrasqueira. Localizada na Zona Rural com acesso pela Linha 06 após o travessão uns 300 metros do lado esquerdo da Linha, distante cerca de 25 km do Centro de Cacoal.
O acesso pode ser feito também pela Linha 05 (asfalto) entrando no travessão a direita (em frente aos eucaliptos na beira da estrada - 21 km da BR-364 sentido Ministro Andreazza) e seguindo 4 km até a Linha 06.
Cacoal Selva Park - Uma área rural preservada há mais de 20 anos; que se tornou uma das principais áreas de lazer da região e do estado. Hoje aberta ao público, a propriedade ficou conhecida como "Chácara ou Sítio do Nério", espaço que em março de 2000 foi transformado em Reserva Particular do Patrimônio Natural.
Possui estruturas ecológicas, que atualmente conta com cabanas equipadas para acomodação familiar, pedalinhos, rodas d'água, área de camping, quiosques, salão de jogos, restaurante, lanchonetes, animais silvestres em exposição, dentre outros.
Lagoa Azul - Devido às algas e à pigmentação da argila a cor da água faz jus ao nome do local. Existem várias nascentes que foram represadas, formando uma lagoa com água limpa. Nos finais de semana o lugar é muito frequentado por excursões de cidades da região. Existe no local trampolim, área de camping, lanchonete e churrasqueiras.
Lago do Parque Sabiá - O lago também conhecido como lago do BNH, é formado por nascentes existentes no local. Está localizado numa área verde no centro do bairro e tem uma infraestrutura de lazer, como pista para caminhadas, quadra coberta de esportes, parque infantil e uma grande área gramada para o lazer da população. Dentre suas estruturas, há um parque para as crianças, um local para pic nic e uma pista para caminhada.
Pedra na Linha 7 - É um local onde há a sobreposição natural de uma pedra sobre a outra, formando uma bela paisagem para ser admirada.
Pedra na Linha 10 - Lugar propício para aqueles que desejam apreciar a natureza e ter um pouco de aventura, próprio para escaladas, devido ao paredão de aproximadamente 50 metros de altura. O local também serve para caminhadas ecológicas, pela região com muita vegetação. Do alto da pedra tem-se uma boa visão do município de Cacoal.

CACAULÂNDIA – Rondônia

CACAULÂNDIA – Rondônia

Cacaulândia é um município novo, desmembrado do Município de Ariquemes, em 13 de fevereiro de 1992. Localiza-se a 61 km de Ariquemes e 207 km da Capital do Estado, Porto Velho. Formado pelos projetos de Assentamentos Dirigidos – PAD Burareiro e Marechal Dutra, divididos em lotes de terra de 250 ha respectivamente, todos produtivos e cortado por 508 km de estradas, entregue pelo INCRA aos agricultores. Originou-se de um projeto criado pelo Polonoroeste para dar apoio aos agricultores da região, denominado de Núcleo Urbano de Apoio Rural – NUAR, recebendo o nome de Cacaulândia, devido ser uma grande produtora de cacau. Para a formação deste NUAR, foram doadas 40 ha dos lotes vizinhos situados no cruzamento do travessão TB-65 com a Linha C-15, de Propriedade de João Virgilino da Silva, Luiz Urano e Antônio Ferreira da Silva.

CABIXI – Rondônia

CABIXI – Rondônia

O nome Cabixi é de origem indígena vindo da tribo Cabixi há muito tempo extinta. Essa tribo vivia as margens do rio Cabixi que hoje também recebe o seu nome, as pessoas históricas de mais importância da cidade foram o Chico Soldado e Darci Rech eles que foram os desbravadores da cidade chegaram a região com suas esposas e se instalaram as margens do rio Cabixi, assim considerados pela população como primeiros moradores de Cabixi; hoje uma escola municipal recebe o nome do Chico Soldado.
A cidade tem como principal evento a festa da FEJUCA (festa junina de Cabixi) que acontece sempre no mês de Junho e festa junina da cidade, são três dias de festa onde o município recebe visitantes de toda a região.

BURITIS – Rondônia

BURITIS – Rondônia

O povoamento da região onde formou se o município de Buritis teve início no final do século XIX, no Primeiro Ciclo da Borracha. Na época, embarcações transportando seringalistas, seringueiros e mercadorias subiam os rios Candeias e Jaci-Paraná com destino aos diversos seringais ou a colocação de seringueiros isolados na floresta e desciam carregados com látex.
Na década de 1960 foi aberta a BR 364 e em 1970 o governo federal resolveu promover a colonização das terras do Território Federal de Rondônia e passou a implantar, através do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA, projetos oficiais de colonização.
A região onde formou se a cidade de Buritis foi colonizada pelo Projeto de Assentamento Buriti, criado em 18 de maio de 1988 e implantado a partir de 1990.
No Projeto de Assentamento Buriti foi reservada uma área à margem esquerda do igarapé São Domingos para a formação de um núcleo urbano.
No final de 1990, Osvaldo Kurpiel, conhecido por Osvaldo Buriti, Donizete Pereira da Silva, Carlos Roberto Pereira e Guido Fridolino Kinzel demarcaram, na floresta, o local para a abertura da primeira Rua de Buritis. No referido local, atualmente, está situada a Avenida Ayrton Senna.
A formação da vila Buriti iniciou em 1991 e desenvolveu tanto que quatro anos mais tarde foi elevada a categoria de cidade, com milhares de habitantes.

ARIQUEMES – Rondônia

ARIQUEMES – Rondônia

Cachoeira Descovado - Acesso pela ponte do Rio Canaã subindo de voadeira por cerca de 20 minutos. Percurso que proporciona ao turista presenciar a diversidade de pássaros, tracajás e a beleza da mata nativa às suas margens, seus bosques naturais, assim como as praias que surgem com a baixa das águas a partir do mês de maio.

A paisagem é de uma beleza singular. Outro acesso é pelo Travessão B-40 a aproximadamente cinco quilômetros depois da ponte do Rio Canaã, entrada à esquerda. A cachoeira é uma das mais bonitas do estado de Rondônia, sendo, porém, pouco conhecida.
O local é de aproximadamente 300 metros de cachoeiras e corredeiras. As suas margens são todas de pedra e mata nativa. O local tem gravada um pouco da história de Ariquemes, visto que ainda se encontram por lá trilhos utilizados pelos seringueiros para transportar a borracha, desviando da cachoeira até o barco que era o único meio de transporte na época. Abaixo da cachoeira forma-se uma praia de águas rasas, ideal para camping.

Rio Quatro Cachoeiras - Acesso pela BR-364, a 19 quilômetros sentido Jaru, primeira entrada à direita. Seguindo mais quatro quilômetros, chega-se no rio onde fica a primeira cachoeira.
O visual impressiona pela beleza natural. Um barzinho funciona no local diariamente. Há espaço para camping. Descendo o rio há várias corredeiras rasas e alguns pontos mais profundos. Em alguns locais os visitantes aproveitam para fazer pescaria. Em grande parte das margens existem bosques e praias.

Cachoeira Monte Cristo - Localizado no Rio Jamari. O acesso se dá através da BR 364, Ariquemes sentido Porto Velho, depois da Polícia Rodoviária Federal, cerca de 500 metros à esquerda. O acesso se dá através de uma propriedade particular.
Desta forma, é necessário autorização prévia do proprietário. Outro acesso é de barco. No local pode se observar a beleza do rio e das matas. É apropriado para pesca esportiva, já que há várias espécies de peixes, entre os quais se destacam o peixe cachorro, tucunaré, piranha e vários outros.
O local tem uma forte corredeira e a profundidade é variada e incerta, o que o torna desapropriado para banho. Do outro lado tem a praia de areia onde a água é mais calma, com mata nativa nas margens.

Cachoeira Batistão - Localizado no Rio Branco, acesso pela RO-257, Ariquemes sentido Machadinho do Oeste, a nove quilômetros, na entrada do IFRO (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia). A visitação deve ser previamente agendada com a direção do Instituto, já que a área pertence a esta instituição.
São aproximadamente 250 hectares de mata nativa que vem sendo preservada e utilizada para realização de turismo pedagógico. Conta com trilhas e uma certa quantidade de árvores catalogadas. No local, além da cachoeira, existe uma grande variedade de pássaros, aves e animais silvestres. Os alunos e professores do Instituto fazem o trabalho de guias e orientam os visitantes sobre a importância da preservação do meio ambiente.
As visitas são abertas ao público em geral, desde que com autorização e total respeito à natureza. O acesso a cachoeira é por trilha de aproximadamente 500 metros de extensão. O balneário é um verdadeiro paraíso em meio a floresta, com cachoeira e corredeiras rasas que se espalham nas pedras. Em suas margens há um belo bosque em meio a mata nativa.

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