MIRADOR – Paraná

MIRADOR – Paraná

A origem do nome do município: Etimologia – Origina-se do catalão “mirador”, de “mirar” do latim “mirari”, designando lugar elevado de onde se pode ver longe, ponto de observação ver com admiração, lugar bem situado para contemplar uma paisagem ou acontecimento. (Guido Gómez da Silva). Seus primeiros habitantes (colonizadores) eram descendentes de alemães, japoneses e de estados brasileiros como Ceara, São Paulo, Minas Gerais e outros, atraídos pela fertilidade das terras, apropriadas para o cultivo do café. Vieram por volta do ano de 1951 e dentre eles figuram como pioneiros os nomes de Gabriel Fay Neves e Jose das Dores.

O povoado cresceu e no ano de 1954 já contava com duas casas comerciais, de propriedade de Eleutério Ghenon e Sney Natsuga. Sr Fay Neves promoveu o loteamento do perímetro urbano Municipal baseado num projeto apenas planimétrico distribuindo a sede urbana em eixos principais, da intersecção dos eixos parte o traçado das vias locais em forma de áreas concêntricas.

De acordo com a Lei n° 107 de 10/01/1955, Mirador foi elevado à categoria de Distrito Administrativo, com território pertencente ao Município de Paranavaí.

A 25/01/1961, pela Lei n° 4.338, elevado a categoria de Município, desmembrando-se parte de seu território do Município de Paranavaí, parte de Nova Aliança do Ivaí (antiga Guarita), parte de Amaporã (antiga Jurema) e parte de Paraíso do Norte, sendo instalado no dia 13/11/61 a categoria de Município.

MERCEDES – Paraná

MERCEDES – Paraná

Localizado no oeste do Paraná, Mercedes é um dos 51 municípios que compõem essa região, às margens do Lago Internacional de Itaipu, na fronteira do Brasil com o Paraguai. Faz divisa ao Norte com os municípios de Guaíra, Terra Roxa e Nova Santa Rosa; ao Sul, Leste e Sudoeste com o município de Marechal Cândido Rondon e, ao Oeste faz limite internacional com a República do Paraguai. Sua extensão territorial compreende 146,40 km², se considerado a superfície territorial inundada pelas águas do reservatório de Itaipu, Mercedes possuiria uma extensão de 200,8 km², encontrando-se em média a 400 metros acima do nível do mar.

A formação do pequeno povoado de Mercedes deu-se através da Empresa Colonizadora Rio Paraná S. A. – Maripá, com sede em Porto Alegre (RS), a qual a partir de 1946 se instalou no município de Toledo e passou, então, a colonizar a chamada Fazenda Britânia. A ocupação do espaço onde hoje se localiza o município de Mercedes ganhou forças no ano de 1952, juntamente com a Vila de General Rondon (atual Marechal Cândido Rondon), ambas pertencentes ao município de Toledo. Em 1960 foi criado o município de Marechal Cândido Rondon e Mercedes passou a fazer parte daquele, elevado a categoria de Vila. Já no ano de 1962, Mercedes sendo um povoado com perspectivas de se desenvolver, tornou-se Distrito do jovem município de Marechal Cândido Rondon pela Lei Estadual nº 4668. A emancipação político-administrativa de Mercedes ocorreu sob a Lei 9.370 de 1990 quando a população optou pela autonomia municipal por intermédio de um plebiscito, mas a estrutura para gestão própria foi implantada apenas em primeiro de janeiro de 1993.

No vigoroso processo de ocupação destacam-se dois fluxos migratórios importantes. No primeiro, migrantes de ascendência europeia, vindos dos estados do Rio Grande do Sul e, em parcela mais considerável, de Santa Catarina, chegaram à busca de novas terras e no intuito de realizarem aqui seus sonhos adquirindo melhores condições sócio-existenciais. Estes migrantes, motivados pela propaganda de que o Oeste do Paraná era um local de terras férteis e bom para se viver, foram os que contribuíram na formação ocupacional, com a construção de escolas, igrejas e casas comerciais. Um segundo grupo de migrantes saídos das regiões Norte e Nordeste do Brasil e outros liberados das lavouras de café do Norte do Estado também se fez importante. Estes últimos experimentaram pois, uma migração dentro do próprio estado.

Para a denominação do nome “Mercedes” algumas versões ainda são discutidas. Segundo os primeiros moradores, um fato encontrado para justificar o nome, foi a chegada de um pioneiro, Sr. Pedro Dalprá, fiscal da Colonizadora Maripá que afixou um marco de madeira no cruzamento de duas picadas em 11 de novembro de 1952, escrevendo em uma placa “aqui é Mercedes” e ali construiu a sua casa. No entanto, a versão mais comum entre os primeiros moradores é de que a origem do nome se deve à jovem paraguaia de nome Mercedes. A bela jovem era filha de um trabalhador da extração da madeira que possuía um bar com gêneros de primeira necessidade. A moça ficou conhecida uma vez que os motoristas ao seguirem viagem de Guaíra a Foz do Iguaçu e, ao pararem para descanso, diziam: vamos parar na Mercedes. Este fato, segundo alguns relatos, dera origem ao nome do atual município.

MEDIANEIRA – Paraná

MEDIANEIRA – Paraná

O turista que procura por uma cidade acolhedora, com ótimas opções rurais para relaxar, não irá se arrepender de colocar Medianeira no roteiro de viagens. Culinária, sotaque e costumes guardam ainda a história, remetendo aos descendentes de alemães e italianos que migraram do Sul para a região.

Localizada no Oeste do Paraná, a cidade faz fronteira com os municípios de Serranópolis do Iguaçu, Matelândia, São Miguel do Iguaçu e Missal. A economia de Medianeira é pautada pela indústria, prestação de serviços e produção agropecuária. De acordo com o IBGE, sua população estimada é de 45.812 habitantes.

O nome da cidade tem origem religiosa, sendo uma homenagem dos pioneiros a Nossa Senhora Medianeira de Todas as Graças. O município carrega o título de Portal do Mercosul devido a sua localização geográfica privilegiada, com rodovias que dão acesso a capital Curitiba, aos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, além dos países vizinhos Paraguai e Argentina.

Seja na cidade ou no campo, Medianeira proporciona ao turista momentos de cultura, descontração e lazer. Aproveite os espaços públicos e não perca os passeios do Turismo Rural, onde será possível vivenciar a vida no campo e saborear os deliciosos cafés.

Com áreas verdes, além de espaços para recreação e atividades físicas, os locais públicos da área urbana são ótimas opções para relaxar com a família e os amigos. Nesse sentido, não deixe de visitar a Praça Angelo Darolt e o Parque 25 de Julho.

CIRCUITO MEDIANEIRA RURAL - Atividades recreativas, trilhas temáticas, gastronomia típica. Nesse roteiro o turista terá contato com a vivência rural das propriedades e agroindústrias. Um passeio que resgata a cultura e história local, recheado com muita descontração e boa comida.

No calçadão da Avenida Brasília, o turista encontrará vários estabelecimentos comerciais, além de poder saborear os típicos quitutes de rua. Ponto de parada obrigatório para quem não volta para casa sem colocar na bagagem um mimo para os parentes e amigos.

Os bailes de salão são tradicionais nas comunidades de Medianeira, mas o turista que prefere atividades ao ar livre também não fica de fora da diversão. Eventualmente são organizados na cidade passeios na natureza, como caminhadas e ciclo turismo.

Morro da Salete, com uma bela escadaria que leva o turista a 548 metros de altitude, o Morro da Salete é um dos locais mais visitados da cidade. No topo encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Salete, sendo esse um local muito procurado também para contemplar o pôr do sol.

Sítio da Marlene, rodeado por belas paisagens, o local é especializado em gastronomia rural gourmet. Aprecie a vista e também o saboroso café rural Ítalo-mineiro.

Sítio do Beto, Museu, quadras, piscina, passeio de carretão, contato com pequenos animais. Essas são algumas das muitas atividades que o turista pode aproveitar no Sítio do Beto, um ambiente acolhedor para toda família.

Recanto Olivo, o turista que visita o local pode se desafiar na trilha temática e na ponte suspensa. Após a aventura, o risoto no disco com lasanha de mandioca é uma ótima sugestão para repor as energias. Um ambiente propício para se divertir e relaxar, em meio à natureza e ao som do Rio Ocoy.

Recanto Ilha do Sol, se a ideia for curtir a natureza e tomar um refrescante banho de rio, o turista não pode deixar de incluir no roteiro de viagens o Recanto Ilha do Sol. O local conta com estrutura de camping, chalés e o atrativo "piscinão". Vale a pena conhecer e não se esqueça de experimentar as delícias da lanchonete rural.

Distante 585 km da capital paranaense, é possível chegar a Medianeira pelas rodovias BR-277 e PR-495. Em relação aos aeroportos, os mais próximos são o de Foz do Iguaçu (64 km) e Cascavel (81 km).

Depois de apreciar as belezas da cidade nada melhor do que uma boa noite de descanso. Os hotéis e pousadas disponíveis em Medianeira são de pequeno porte, mas proporcionam um ambiente acolhedor e de muito conforto.

Se a fome bater não se preocupe, pois, a cidade oferece diversas opções gastronômicas entre restaurantes, lanchonetes, buffets, food trucks e o Costelão Gaúcho, que está presente nas festas das comunidades. Nessa infinidade de sabores, o turista não pode deixar de experimentar também o café rural, considerado o melhor da região.

MAUÁ DA SERRA – Paraná

MAUÁ DA SERRA – Paraná

Mauá da Serra é dotada de inúmeras belezas naturais, que compõe seus belos pontos turísticos. A iniciar-se pela famosa Serra do Cadeado que tem como plano de fundo imponentes araucárias rodeadas por montanhas, planícies, e belas cachoeiras.

A grande atração turística de Mauá da Serra é a Festa do Milho, evento que celebra o final da colheita do grão, cuja produtividade do município é destaque em âmbito nacional. A festa já é tradicional na região e conta todo ano com milhares de participantes, que festejam shows de bandas famosas e também podem desfrutar a saborosa comida típica.

HISTÓRIA: A localidade de Mauá da Serra provém do início dos anos 50, de uma época em que a região norte paranaense foi colonizada seguindo a plantação de café em larga escala. Mauá da Serra foi uma cidade projetada com ruas, avenidas, glebas amplas, rodovias dentro do espaço urbano, etc. Este projeto fazia parte da estratégia colonizadora desenvolvida naquela época. Criada através da Lei Estadual nº 9.272, de 24 de maio de 1990, foi desmembrado de Marilândia do Sul. O loteamento Cidade Mauá foi inaugurado em 25/03/1954.

Na década de 1970, passou a dedicar-se inteiramente ao loteamento Cidade Mauá, visto que a Estrada de ferro Central do Paraná estava para ser concluída. Crescia a esperança de uma nova fase de progresso para Mauá. Com sua equipe de trabalho promoveu a colonização com venda de terrenos a longo prazo para pagar, surgindo assim novas famílias e estabelecimentos comerciais.

MATO RICO – Paraná

MATO RICO – Paraná

A partir de 1940 as terras da região de Mato Rico começaram a ser ocupadas cedidas pelo governo Estadual, através de títulos e posses à aventureiros que geralmente migravam para a região com o objetivo de adquirir terras de custo baixo e se iniciavam no plantio de lavouras de subsistência.

Muitos posseiros não se fixaram nas áreas cedidas ou não se adaptavam com o clima, dificuldades financeiras, condições geográficas ou mesmo por terem adquiridos áreas de terras para fins especulativos. Mas, muitas famílias se fixaram na região e permanecem até hoje, através de seus descendentes, e continuam trabalhando e transformando a região tanto econômica ou geograficamente. Vieram para a região, descendentes de poloneses, ucranianos, italianos e portugueses, sendo válido ressaltar a influência indígena e de afro-descendentes originários do sudeste e nordeste do Brasil que aqui chegaram para homogeneizar ainda mais nossa formação étnica.

Em 1941, o sr. Waldomiro Growski mudou-se para Mato Rico. No início da colonização o Estado tratou de reservar determinada área de terras para implantação do núcleo habitacional. Em 1942 foi implantado um cemitério e em 1945 foi construída a primeira escola, sendo professor o sr. Leonardo Stokinguer. Eram comerciantes no núcleo Antônio Cramik e Guerino Fabri. Otávio Seguro chegou em 1947 e a família Dal Santo se instalou em 1952.

Em 1968 o sr. Luiz (Tito) Bini chegou ao patrimônio e adquiriu o armazém do sr. Juca Grande. Mato Rico foi elevado à categoria de Distrito Administrativo, através da Lei Orgânica Municipal de Pitanga de 1990, de acordo com as exposições gerais e transitórias. O município foi criado pela Lei n.º 9.564, de 31 de janeiro de 1991. O território foi desmembrado de Pitanga, sendo instalado a 1º de janeiro de 1993.

Segundo algumas referências bibliográficas a origem do nome Mato Rico, tem três possibilidades plausíveis e que tentam justificá-lo. A principal delas justifica o nome devido à existência de grandes áreas com pinheiros naturais, onde havia uma concentração muito grande de abelhas e conseqüentemente, abundância em mel e por haver muitos animais silvestres. A outra justificativa diz que o nome é devido a um paredão de rocha existente no Arroio Pintado com presença provavelmente de cobre, o qual, no início da década de oitenta foi explorado em pequena escala. A mina era a mais de 10 km da cidade e hoje ainda há vestígios da exploração. A terceira corrente justifica o nome pela abundância de cassiterita que ocorre na região. Mas a principal de todas e que mais cativa à população matorriquense é a que se refere à biodiversidade, principalmente da flora como a ocorrência da Floresta de Araucária e todas as formas de vida nela abrigadas.

A característica rural de Mato Rico é bem peculiar. Basta andar pelas muitas estradas rurais e se deparar com a ocupação de propriedades rurais, principalmente de pequenos agricultores e entrar em contato com a vida simples do campo. A ocupação do espaço proporciona aos visitantes paisagens ora ocupada pela agricultura, ou pastagens com vacas pastando e também áreas de mata com ocorrência de araucárias e outras espécies.

Os muitos rios do município, sempre escondem aqui e ali, cascatas e cachoeiras para um banho refrescante. A base da econômica do Município de Mato Rico é a agropecuária. O Município está dividido basicamente em pequenas propriedades, com áreas médias de 22,4 Ha, sendo então 82% de pequenos agricultores familiares (proprietários, meeiros, arrendatários e posseiros) e caracteriza-se pela baixa ou até média tecnologia com mão-de-obra familiar. A principal cultura é o milho, para consumo próprio e comercial, juntamente com a pecuária de corte e leiteira, feijão, arroz, algodão, pecuária mista, soja e tendo como atividades emergentes, a apicultura e sericicultura e com grande potencial para o Turismo Rural e Ecoturismo.

MATINHOS – Paraná

MATINHOS – Paraná

O município, localizado no Litoral do Paraná, foi colonizada inicialmente por portugueses e italianos, formando colônias agrícolas. Hoje, segundo o IBGE de 2017, estima-se uma população de 33.450 habitantes. A 111 km da capital paranaense, Matinhos é formada por 15 balneários e um conjunto de belezas exuberantes. A temperatura média anual da cidade é de 19,5 graus e a vegetação predominante é a Mata Atlântica. São praias extraordinárias que atraem alto número de turistas na alta temporada, com destaque ao balneário de Caiobá, o maior e mais badalado.

A cidade também tem diversas festas e eventos que são realizados anualmente, como o Carnaval de Matinhos e as feiras de artesanato. O Morro do Escalvado e o Morro do Boi possuem trilhas ecológicas que proporcionam vistas panorâmicas das praias da região.

O Parque Águas Claras foi inaugurado em abril de 1994, com área de 242 mil quilômetros quadrados que proporcionam muita alegria e diversão. Têm piscinas, lagos para pesca, toboáguas e churrasqueiras. Tem atrações para todos os gostos.

Matinhos tem praias de belezas exuberantes. As praias dos balneários que formam o município de Matinhos são as de Corais, Jussara, Gaivotas, Iracema, Guacyara, Currais, Ipacaraí, Betaras, Solimar, Marajá, Saint Etiene, Flórida, Riviera I e II e Flamingo, além da praia de Matinhos. Em Caiobá tem campeonatos de surfe na Praia Brava e, na Praia Mansa, as águas são calmas e pouco profundas.

No verão, o sol no nosso Litoral pode castigar. É importante manter sua pele saudável tanto em dias de sol quanto nublados. Por isso, proteja-se!

O município realiza diversas festas e eventos anuais, como o Carnaval de Matinhos, que conta com trios elétricos, proporcionando por 4 dias muita música e diversão para os foliões. Há também feiras de artesanato, campeonatos de surfe, maratonas, entre outros.

Matinhos possui um com grande investimento em saneamento urbano, tem praias limpas com praticamente 100% de balneabilidade.

Parque Estadual Rio da Onça, o Parque Estadual Rio da Onça, em Matinhos, é mais uma opção de lazer para turistas que passam o verão no litoral paranaense. A Unidade de Conservação, criada em 1981, é gerenciada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e um dos últimos remanescentes da Mata Atlântica do País. Possui grandes belezas naturais, trilhas, pontes elevadas e o mirante.

Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange, o Parque, que possui 25 mil hectares, foi criado em 2001 com o objetivo de proteger a flora e fauna da região. Lá, são encontrados animais em extinção, vegetação bem preservada, rios cristalinos, saltos, cachoeiras, paredões são alguns exemplos de belezas exuberantes que o parque possui. O local tem grande potencial para práticas de atividades de ecoturismo e montanhismo no local.

Ilha das Tartarugas. Integrante do balneário de Caiobá, também é conhecida como Ilha do Farol, a qual é possível acesso apenas quando a maré está baixa. Para chegar até lá, é necessário caminhar pelas pedras. Há trilhas que levam ponta a ponta da ilha, proporcionando vistas incríveis.

Pico de Matinhos, para quem quer relaxar e apreciar a paisagem, foi construído mirantes com estrutura de madeira na Ponte de Pedras, local que divide a Praia Central de Matinhos com a Praia Brava. Devido às formações de ondas, o local também é frequentado por surfistas.

De Curitiba, é possível chegar até Matinhos seguindo pela BR-277 sentido Paranaguá, em seguida a PR-508, conhecida como rodovia Alexandra-Matinhos. Outra opção de acesso seria pela BR-376, que liga Curitiba a Florianópolis. No trevo de Garuva, entrar na PR-412 sentido Guaratuba e atravessar a baía de ferry-boat, até chegar a Matinhos.

A gastronomia de Matinhos oferece aos turistas bares, restaurantes, lanchonetes de alta qualidade. A culinária é baseada, principalmente, em frutos do mar. Além disso, a culinária matinhense também usa frutas regionais como banana, maracujá, mamão e os legumes cultivados pelos moradores.

MATELÂNDIA – Paraná

MATELÂNDIA – Paraná

O Município de Matelândia está situado no extremo Oeste do Paraná. Sua principal atividade econômica é a agricultura, estando em andamento as atividades industriais. Sua população predominante é de integrantes italianos e alemães. O Município possui pontos turísticos e o que torna interessante são as construções medievais como a salada de fruta em forma de Pirâmides do Egito e o restaurantes em forma de castelo. Criado através da Lei Estadual n° 4.245 de 25 de Julho de 1960, e instalado em 28 de Novembro de 1961 foi desmembrado de Foz do Iguaçu.

As terras, da região oeste, pertencentes ao governo do Paraná, foram requeridas pela família Matte (Waldemar, João E. e Miguel Matte), para fins de colonização, no início da década de 30. Para isso, Miguel tratou de trazer algumas famílias de colonos rio grandenses, que seriam instalados em regime de pequena propriedade e cultura de subsistência. Entretanto, esse projeto enfrentou um grande fracasso, devido a existência das obrages e seus obrageiros. Obrage era um tipo de exploração iniciada no Paraguai e Argentina já em meados do século XIX, com a retirada desordenada de madeira e erva-mate do oeste do estado e das margens do rio Paraná. Certamente, os obrageiros não tinham nenhum interesse no sucesso da colonização e no fim de seus domínios sobre estas terras. Com o controle das terras e da única via de transporte, a fluvial, através do rio Paraná, além da completa falta de infraestrutura, praticamente todas as famílias voltaram para seu lugar de origem, enquanto as outras procuraram estabelecer-se e trabalhar na Colônia Militar de Foz do Iguaçu.

Muitas eram as dificuldades para estas bravas pessoas e seus primeiros esforços foram direcionados a estruturação de suas moradias, para que tivessem condições razoáveis e dignas de viver e de prosseguir com a luta diária.

Conheça alguns dos atrativos turísticos de Matelândia: CACHOEIRA DA FAMÍLIA ENGELMANN: Essa cachoeira fica localizada na Vila Brasil, é uma propriedade particular, a entrada é permitida somente com a autorização da família.

CACHOEIRA DA FAMÍLIA POSSATTO: Esta cachoeiras fica em uma propriedade particular familiar, ela esta fechada ao público, mais não deixa de dar brilho aos nossos olhos. Ela fica situada na Comunidade do São Roque. Visitações, apenas com a autorização da família.

CACHOEIRA DO MARIANO: A cachoeira fica na propriedade particular do Sr. Mariano, na divisa do Município com o Município de Céu Azul e Vera Cruz do Oeste, fica próxima a Cachoeira do Facchi. A entrada somente é permitida com a autorização da Família.

CACHOEIRA DO MATINHOS: Esta localizada na Linha Barreirão, ao chegar na entrada tem uma trilha que pode ser feita de bicicleta, à pé ou de moto, essa trilha foi feita pelos trilheiros de moto. É uma propriedade particular, porem esta aberta a visitação.

CACHOEIRA E REPRESA DA FAMÍLIA KOLBEN: A propriedade pertence a família Kolben, esta localizada na linha Bananal e é uma propriedade particular. A entrada só é permitida com autorização. A família já é conhecida por cultivar agrião e saladas em geral.

CACHOEIRA TIO JOÃO: localizada na linha São Roque. O funcionamento em temporada de Domingo a Domingo ou por agendamento serviços existentes: locação de casa e quiosques (com agendamento), local de alimentação bar, lanchonete e restaurante com instalações sanitária, serviço de segurança, salva vidas e serviço de limpeza. A Cachoeira do Tio João foi transformada em uma área de lazer para atender todos os que buscam desfrutar de um ambiente natural e tranquilo. É uma propriedade particular, na qual dispõe de espaço para camping e almoço com reservas antecipadas.

CACHOEIRA FACCHI: Linha São Roque – você tem duas opções seguir pela Vila Esmeralda até o São Roque na comunidade segue o asfalto a direita ou em Agro Cafeeira sentido Vila Esmeralda, pega as direitas após o mercadinho, segue sentido São Roque. Uma das cachoeiras mais lindas do nosso município, fica na beira do asfalto, não esta preparada para receber visitação, mais é um ponto estratégico para parada de CICLISTAS e CAMINHANTES para fotografias.

CACHOEIRAS DA FAZENDA BOITO: São duas cachoeiras grandes e uma pequena, ficam localizadas na divida das Comunidades do Rio Sabiá e Vila Brasil, elas se encontram dentro da propriedade que hoje esta ocupada pelos Assentados, a entrada somente é permitida com autorização, a sede da Fazenda fica na entrada da Vila Brasil.

CASTELLETTO DAL POZZO: Localizado nas margens da BR 277 no KM 660,5, com serviços de restaurante e lanchonete Serve á la carte. Facilidades de Estacionamento, musica ambiente, ar condicionado e televisão Horário de funcionamento: segunda a domingo das 07:30h ás 20:00h

GRUTA DO RIO SABIA: A gruta esta localizada no meio do percurso do Circuito Sabiá.

MARUMBI – Paraná

MARUMBI – Paraná

Marumbi tem seu pioneirismo instalado em 1945 quando foi construída a primeira moradia, naquela época, no meio da mata.Sua denominação vem de língua indígena e significa: lago de tábuas – planta aquática usada na fabricação de esteiras.

Era um ribeirão com esta denominação, existente na região e que deu o nome ao Município. Criado através da Lei Estadual n° 4245 de 25 de julho de 1960, e instalado oficialmente em 14 de novembro de 1961, foi desmembrado de Jandaia do Sul.

MARQUINHO – Paraná

MARQUINHO – Paraná

A história iniciou com a demarcação das terras pelo índio Francisco Tororó, que colocou o primeiro marco entre o Cemitério e o Rio Bonito, criando a localidade de Marquinho. Hoje, um pouco descentralizado da primeira demarcação em função do desenvolvimento, constituindo a atual Sede do Município de Marquinho.

Foi habitado em 1889, na região de Marquinho Velho, sendo os primeiros fundadores: José Ribeiro (José Grande), Elias Ribeiro, João Ribeiro, Hipólito Ribeiro, Antonio Ribeiro e Pedro Ribeiro. O primeiro Padre vinha a cavalo de Virmond celebrar missas no Marquinho, chamava-se Pe. Gino celebrava missas na residência de Pedro Ribeiro.

Em 1942, foi fundada a Sede do Atual Marquinho, sendo os primeiros moradores: Henrique Gonsiorkiewicz, Otávio Folda, Leopoldo Folda, Napoleão Lopes Padilha e Adão Wachak. Mais tarde em 1955, passou a ser distrito de Guarapuava, através de solicitação feita por Napoleão Lopes Padilha.

Com poucas perspectivas de comércio, pois os colonos não podiam vender seus produtos por absolutas falta de compradores, o comércio era realizado em Guarapuava ou Goioxim. Mais tarde, a partir de 1943, começou a vir pessoas de outros lugares, como do Estado de Santa Catarina e da Cidade de Cruz Machado- PR. Ao chegar aqui, compraram terras do governo e desenvolveram safras de suínos, os quais eram transportados a pé para Goioxim, Cantagalo ou até Guarapuava.

O primeiro ônibus que fazia a linha Marquinho/Guarapuava, duas vezes por semana, pertencia a Teodoro Banack. No ano de 1954, foi fundado o primeiro cartório em Marquinho, tendo como cartorário Valdemar Farago. Até então, os registros e casamentos civis eram realizados em Goioxim. Julia Kulka Folda foi a primeira professora de 1ª a 4ª série e Irma Varella, a Segunda professora.

Em 1986, foi criado o ensino de 5ª a 8ª na escola Estadual João Rysicz, tendo como diretora Wilma Padilha Varela Busarello. No ano de 1994, foi criado o 2º Grau com o curso de Educação Geral, no Colégio Estadual João Rysicz, com o empenho da Diretora Sônia Maria Gonsiorkiewicz Esteche, e esta contou com o apoio de outras pessoas, dentre elas: Orlando Bueno Staine, Pe. Vieslau Morawiski, Wilma Padilha Varela Busarello, João Paulo Gonsiorkiewicz, João de Lima Eleutério e Maria Helena Reston Pinto (Chefe do Núcleo Regional de Educação de Guarapuava, na época).

O Distrito de Marquinho apresentava condições exigidas pela Lei Orgânica dos Municípios para desmembrar territorial e administrativamente da Jurisdição Municipal de Cantagalo conquistando sua autonomia. O tempo passou, as lutas em prol da emancipação começaram a ganhar adesões importantes como a participação direta da Assembléia, do Deputado Estadual Orlando Pessuti. A comissão que trabalharia junto à Assembléia, Câmara de Vereadores de Cantagalo e governo de Estado, ficou assim composta: Vilmar Baptistel – Presidente da Câmara João de Lima Eleutério, Orlando Bueno Staine e demais Vereadores do Município de Cantagalo.

Com tantas idas e vindas, conseguiu-se no dia 13 de março de 1994, realizar-se o Plebiscito, no qual 56% dos eleitores cadastrados no Futuro Município compareceram para votar. Foi registrado 98% de votantes a favor da Emancipação e apenas 2% contrários. Com a vontade do povo expressa através do Plebiscito, no dia 22 de junho de 1994, através da Lei n.º 10.834, ficou criado o Município de Marquinho, com o território desmembrado de Cantagalo, com sede na Localidade do mesmo.

MARMELEIRO – Paraná

MARMELEIRO – Paraná

Marmeleiro é um município do Sudoeste do Paraná que pertence a microrregião de Francisco Beltrão, que está localizado a uma distância de 500Km de Curitiba a capital do estado e a uma uma altitude de 650 metros acima do nível do mar.

Contando com um clima subtropical, possui uma área territorial de 387,860 km². A economia de Marmeleiro é estritamente voltada a agricultura e pecuária, tendo a maioria das empresas e indústrias do município, direcionadas ao segmento de agronegócio.

Na indústria destacam-se as atividades de: alumínio, metalúrgicas, confecção vestuária, baterias automotivas, plástico, madeireira e fabricação moveleira. No comércio também destacam-se os setores de varejo e transporte como um grande gerador de empregos, envolvendo atividades de: compra e venda de veículos, postos de combustíveis, oficinas mecânicas, assistência técnica especializada e representação comercial.

Marmeleiro também é conhecido como Passarela do Sudoeste, devido a sua localização geográfica privilegiada, que forma o entrocamento rodoviário no sudoeste. O município é passagem obrigatória para quem viaja pelo sudoeste com destino a Argentina, Santa Catarina, e região oeste do Paraná. O povo marmeleirense é alegre, hospitaleiro e festeiro, com descendencia cultural: italiana, alemã, polonesa e outras etnias, a população valoriza e participa das atividades culturais e religiosas.

Dentro das principais festividades estão: o Carnaval de Marmeleiro, conhecido como um dos melhores do sudoeste; a festa da padoeira do município Santa Rita de Cássia, que movimenta todas as comunidades do município; e a festa de emancipação política que envolve diversas atividades cívicas e culturais.

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