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SÃO MIGUEL DOS CAMPOS – Alagoas
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24/08/202024/08/2020

SÃO MIGUEL DOS CAMPOS – Alagoas

São Miguel dos Campos
Quando a primeira missão exploradora - tendo à frente os portugueses Gonçalves Coelho e Américo Vespúcio - chegou ao atual município de São Miguel dos Campos (através do rio São Miguel), em 1501, encontrou como habitantes os índios Sanambis, remanescentes dos Caetés.
Os exploradores - atraídos pela riqueza do solo - se estabeleceram cultivando cana-de-açúcar e outros produtos agrícolas, além da criação de gado, abrindo caminhos pelas matas e a comunicação com outras localidades como Marechal Deodoro (antiga Vila de Madalena) e Anadia (Campos dos Arrozais de Inhaúns). A afinidade com esta última localidade, aliás, originou, na época, o complemento da denominação local, chamada até então apenas de São Miguel.
A bravura de seu povo é o marco primordial de sua história. Destacam-se a participação dos miguelenses na luta contra holandeses, na destruição do Quilombo dos Palmares e na Revolução Republicana de Pernambuco, em 1817. Entretanto, é Ana Lins o símbolo do heroísmo do município.
Em 1932, a freguesia foi elevada à vila por decreto do governo geral da Regência. A elevação à cidade aconteceu no dia 18 de junho de 1864.
O litoral de São Miguel dos Campos é privilegiado pela beleza ímpar, selvagem, com destaque para suas três lagoas: Lagoa do Jequiá (a maior delas), Lagoa Azeda e Jacarecica. Seus principais eventos turísticos são a Feira da Ponte (na Semana Santa), a festa da emancipação, as festas juninas e a festa da padroeira, Nossa Senhora do Ó (18 de dezembro a 6 de janeiro).
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SÃO LUIZ DO QUITUNDE – Alagoas
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24/08/202024/08/2020

SÃO LUIZ DO QUITUNDE – Alagoas

São Luiz do Quitunde
Até 1870 não existiam vestígios de povoado no local onde hoje é o Município, o Major Manoel Cavalcante, proprietário do engenho Castanha Grande, sentindo-se prejudicado com a invasão de seus terrenos, doou ao seu filho Joaquim Machado da Cunha Cavalcante terras do Quitunde sob a condição de implantar a povoação.
Joaquim Machado encarregou logo o engenheiro alemão Carlos Baltenstern de fazer
o levantamento de certa área, para implantação de um povoado que viria a ser a atual cidade de São Luiz do Quitunde. O progresso da nascente povoação fez-se rápido, pois, em 1871, um ano após sua fundação, já contava com uma população de quase novecentos habitantes.
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SÃO JOSÉ DA TAPERA – Alagoas
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24/08/202024/08/2020

SÃO JOSÉ DA TAPERA – Alagoas

São José da Tapera
A colonização de São José da Tapera foi iniciada em 1900, na fazenda existente no local onde hoje situa a cidade. Era uma propriedade agrícola pertencente à família Maciano. Próximo à fazenda, residia Antônio Francisco Alves, conhecido como Antônio Massuá. Anos depois, procedente de Pão de Açúcar, chegou à região Afonso Soares Vieira, instalando ali uma casa de comércio. Tempo depois, foi criada uma feira de grande aceitação pelos moradores das vizinhanças. A iniciativa fez com que a presença de agricultores de outros município conhecessem a fertilidade das terras locais, incentivando-os a instalar propriedades no novo núcleo que alí se formava. Começaram, então a proliferar casas de taipa (taperas). Em seguida, foi construída uma capela dedicada a São José. Aproveitaram a existência das edificações simples, batizando o local com o nome de São José da tapera.
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SÃO BRÁS – Alagoas
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24/08/202024/08/2020

SÃO BRÁS – Alagoas

São Brás
Foi primitivamente uma pequena povoação localizada um pouco acima de Porto Real do Colégio e do qual fazia parte o seu território. O nome do município foi tomado do padroeiro da paróquia, São Brás.
Seu território foi desmembrado do Município de Porto Real do Colégio. Anos depois, cedeu parte de seu território para a criação dos Municípios de Feira Grande, Campo Grande e Olho D'Água Grande.
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SANTANA DO MUNDAÚ – Alagoas
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24/08/202024/08/2020

SANTANA DO MUNDAÚ – Alagoas

Santana do Mundaú
Por volta de 1800 existiam poucas residências e apenas uma casa de comércio na região. Algum tempo depois, foi construída uma capela, transformada na matriz de Nossa Senhora de Santana, hoje, Paróquia de Santa Ana, cujo sino foi colocado em 1873, permanecendo até hoje.
O primeiro nome do município foi Mundaú-Mirim, e data dessa época a criação da feira na localidade. São considerados fundadores da cidade Manoel Pereira de Barros, Manoel José de Matos, Sérgio Olendino, Manoel Atanásio e Manoel Pinheiro.
Durante muito tempo o povoado ficou isolado de outros centros. A comunicação era feita apenas através de "picadas" abertas na mata. Somente a partir de 1940, com a abertura da estrada para União dos Palmares (hoje conhecida como "Estrada da Laranja") é que começou a se desenvolver.A abertura para o comércio e outros centros provocou o movimento de emancipação pelos moradores mais antigos, que tiveram como principais líderes Manoel Francisco da Silva e Augusto Cavalcante Lins. Em 1960, a Lei 2.245 criou o município, mas sua instalação oficial foi em janeiro de 1961, com território desmembrado de União dos Palmares. Com a lei, veio também a mudança do nome do município para Santana do Mundaú.
A estação invernosa sempre causa problemas com a sede municipal com períodos das enchentes provocadas pelo rio Mundaú. Em 1962 e no presente ano de 1977 foram as mais violentas com a destruição de inúmeras casas e causando centenas de desabrigados, mesmo assim o município é estabelecido economicamente, é o primeiro produtor de laranja lima de Alagoas e foi o quinto do Brasil, segundo o censo agropecuário de 2000. Destacando-se, também a pecuária e a cultura da banana.
Como atrativo, Santana do Mundaú oferece aos visitantes refrescantes banhos na Bica do Jaço na localidade Caruru, bem como as Bicas Xiringa e Ararão no sítio Mirim, que recebe, nos finais de semana, turistas das cidades vizinhas, Animada, também, é a festa da padroeira, Santa Ana sendo comemorada no 2º domingo de janeiro, apesar do dia que lhe é consagrada ser 26 de julho.
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SANTANA DO IPANEMA – Alagoas
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24/08/202024/08/2020

SANTANA DO IPANEMA – Alagoas

Santana do Ipanema
A história de Santana do Ipanema conta que, no final do século XVIII, a atual cidade não passava de um arraial, habitado por índios e mestiços. Com a chegada do padre Francisco José Correia de Albuquerque à região (vindo de Pernambuco), os índios foram catequizados e a primeira igreja construída.
Em 1815, os irmãos Martins e Pedro Vieira Rêgo, descendentes de portugueses e vindos da Bahia, foram beneficiados pelo rei com uma sesmaria, instalando-se perto da Ribeira do Panema (próxima às serras da Camonga, Caiçara e Gugy), transformando suas terras em grandes fazendas e tornando-se os primeiros colonizadores.
A freguesia data de 24 de fevereiro de 1836, sob invocação de Sant'Ana. Em 1875 passou a ser vila, desmembrada do território de Traipu. A lei 893, de 1921, elevou Santana à categoria de cidade.
O município tem na fé à Nossa Senhora Santana seus maiores atrativos, onde destacam-se como pontos para visitação os Altos da Fé e do Cruzeiro. A Serra da Microondas e a Ponte da Barragem completam o cenário turístico da cidade.
De povo festivo e alegre, Santana do Ipanema tem como presente aos visitantes sua hospitalidade. Suas festividades mais tradicionais são: a Emancipação Política do Município (24 de abril), os festejos juninos, a comemoração do dia da padroeira Nossa Senhora Santana (25 de julho) e a Festa da Juventude (realizada no primeiro Domingo anterior à festa da padroeira).
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SANTA LUZIA DO NORTE – Alagoas
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23/08/202023/08/2020

SANTA LUZIA DO NORTE – Alagoas

Santa Luzia do Norte
Foi uma das mais antigas povoações do Estado de Alagoas, pois já em 1663, tinha-se notícias de sua existência com a invasão dos batavos, durante a guerra holandesa, que por ali se dirigiram, depois de atacar a cidade de Alagoas, atual Marechal Deodoro.
Somente em 1962, alcançou sua autonomia administrativa, se bem que 1830, chegou a ser sede do atual Município de Rio Largo.
O topônimo da Povoação, teria vindo de um milagre atribuído à Santa Luzia quando um cego recobrou a visão por seu intermédio. O primeiro nome foi Santa Luzia de Siracusa, passando tempo depois para S. Luzia do Norte, até hoje conservado. De acordo com outra versão, a localidade teria sido batizada também com o nome de Outeiro de São Bento, devido a existência de um convento de São Bento nas proximidades.
Antônio Martins Ribeiro foi um dos seus primeiros moradores. Recebeu ele, de Miguel Gonçalves Vieira, uma légua de terras com a condição de Ali "levantar engenho de açúcar e fazer vida". A chegada de inúmeros novos moradores e a construção de suas casas, deram um impulso extraordinário ao povoado que encontrou desenvolvimento rápido. Em pouco tempo S. Luzia do Norte transformou-se no mais importante povoado às margens do Norte e do Rio Mandaú.
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ROTEIRO – Alagoas
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23/08/202023/08/2020

ROTEIRO – Alagoas

Roteiro
Os índios Caetés eram os primeiros habitantes da região, por volta de 1853. A primeira moradora, Francisca de Albuquerque instalou anos depois o sítio Livramento, construindo também - em 1900 - a primeira capela, em louvor à Nossa Senhora do Livramento.
O primeiro recenseamento do local foi realizado em 1912 por João Gomes, José Balbino e Mandu Araújo. O povoado teve seu nome mudado para Roteiro logo depois pelos moradores, que acreditavam que os jesuítas descobriram, no local, o "roteiro" de Dom Pero Fernandes Sardinha, devorado pelos índios na região.
Depois de ver o povoado sendo transformado em vila, o padre Júlio de Albuquerque, da então freguesia de São Miguel dos Campos, decidiu vender o patrimônio de Nossa Senhora do Livramento - doado por Francisca de Albuquerque à santa antes de sua morte para Antonio Martins Moreira, que o revendeu, fazendo-o passar por muitos donos.
A emancipação política chegou através da Lei 2.648, em 18 de dezembro de 1963, sendo instalado definitivamente apenas em 1966. Os principais líderes do movimento foram: Nemésio Gomes da Silva, Abelardo Lopes e Diney Torres.
O município possui hoje uma das maiores atrações turísticas de Alagoas: a praia do Gunga, uma ponta de areia branca, cheia de coqueiros, que une as águas do Oceano Atlântico com as do rio São Miguel. É o local ideal para a prática de esportes náuticos. Roteiro tem ainda uma culinária exuberante, com a fartura de sururu, maçunim e ostras, retirados diretamente das lagoas. Uma visão deslumbrante do local tem-se do Mirante Gutemberg Breda (na AL-101 Sul), de onde se avista toda a extensão do coqueiral da Praia do Gunga e das praias e arrecifes da Barra de São Miguel. Afora as atrações naturais, as festas da padroeira e da emancipação atraem também muitos visitantes.
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RIO LARGO – Alagoas
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23/08/202023/08/2020

RIO LARGO – Alagoas

Rio Largo
A história de Rio Largo é, em seus primórdios, a mesma de Santa Luzia do Norte. A estrada de ferro, que não passava em Santa Luzia, fez com que fosse direcionado o desenvolvimento para o local, às margens da ferrovia, onde foram instaladas indústrias têxteis pertencentes à Companhia Alagoana de Fiação e Tecidos.
O nome Rio Largo originou-se de um engenho de açúcar existente no local onde o rio Mundaú apresenta maior largura. No fim do século XIX foram fundadas duas unidades para a industrialização das fibras têxteis, em trechos de pequenos encachoeiramentos do rio Mundaú, favoráveis àquele tipo de atividade fabril. É válido ressaltar, também, nesse período, o surgimento da Usina Leão, que começou a moer em julho de 1894 e tornou-se, à época, uma das maiores do setor em toda a América Latina.
A vila de Rio Largo foi criada por decreto de 10 de dezembro de 1830. O desenvolvimento do pólo industrial acarretou, em 13 de julho de 1915, a elevação à categoria de cidade, através da lei 696. Apesar de sua origem recente, Rio Largo deu a Alagoas filhos ilustres como Arnon de Mello e Luiz de Souza Cavalcante, ambos ex-governadores do Estado.
As festividades em Rio Largo são muito concorridas, destacando-se o tradicional carnaval, com desfile de blocos; as festas juninas, com forró ao ar livre; a festa da Emancipação Política (13 de julho); a festa da padroeira Nossa Senhora da Conceição (08 a 13 de dezembro) e as festas natalinas, com a participação de folguedos populares como pastoril, reisado e chegança. Os cartões postais da cidade podem ser vistos do Alto da Cachoeira (rio Mundaú) e na Av. Santos Dumont (vista parcial da cidade)
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QUEBRÂNGULO – Alagoas
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23/08/202023/08/2020

QUEBRÂNGULO – Alagoas

Quebrângulo
Os mais antigos habitantes, firmados no que ouviram dos seus antepassados, contam que o local onde se levantou a povoação foi primitivamente habitado pelos índios Chucurus que vieram formar aldeia nas proximidade da serra de Palmeira dos Índios, já encontrados aí estabelecidos os Cariris, emigrados de Pernambuco, em consequência da seca que assolou os sertões no ano de 1740.
Dizem outros, que aí houve antigamente um quilombo de pretos fugitivos. Viviam, eles, de nozes de palmeira e principalmente da caça de caititus, que em manadas, pastavam no próprio local onde hoje é a cidade.
Sendo o chefe desse quilombo excelente caçador, chamavam-no "Quebrangulo", que na gíria dos negros significa "matador de porcos". Teve também o nome de Vitória, voltando posteriormente à denominação primitiva.
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