Categoria: <span>Alagoas</span>

PORTO DE PEDRAS – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

PORTO DE PEDRAS – Alagoas

Porto de Pedras
A localização entre o mar e uma encosta de pedras fez com que o município tivesse trêsnomes: Porto Real, Águas Belas e Porto de Pedras. A colonização portuguesa contribuiu para o início do povoado, a história de Porto de Pedras está ligada à de Porto Calvo. Durante a guerra, invasão e domínio, até a expulsão, os moradores de Porto de Pedras participaram do movimento contra os holandeses. Pela barra e pelo porto passavam ou ancoravam embarcações inimigas e aliadas, vindas de Recife com alimentos e munição. No dia 14 de maio de 1633, guiados por Calabar, os holandeses entraram em Porto de Pedras, destruindo embarcações portuguesas e incendiando o povoado.
Por um alvará régio em 5 de dezembro de 1815, o povoado foi elevado à categoria de vila, desmembrado de Porto Calvo. Em 1864, a vila foi suprimida e anexada a Passo de Camaragibe. No ano de 1868 foi restaurada e em 1921, através da Lei 903, transformou-se em município.
Até meados da década de 60 era roteiro de viagem para Recife. Possuía estaleiros e sua importância para a navegação marítima é tão grande, que a Marinha instalou no lugar um farol, para orientação de navios.
Porto de Pedras atrai por suas belezas naturais e características culturais de seu povo. Um ponto de encontro é a travessia do rio Manguaba de barco ou balsa para Japaratinga, com uma paisagem rica em manguezais e coqueirais. As praias do Patacho e Tatuamunha são redutos de namorados. Há ainda as praias de Crôa do Tubarão e Porto de Pedras, além da bela paisagem do farol, os antigos engenhos de cana e casas grandes dos coronéis.
Porto de Pedras é uma pequena e singela cidade, que tem em suas instalações rústicas e simples um dos principais atrativos da região.
Esculturas em madeira e peças da fibra do coqueiro caracterizam o artesanato da região. Aproveite a visita e conheça o Projeto de Preservação Peixe-Boi.
Praia do Patacho
A praia pouco explorada já foi eleita uma das três mais bonitas do país por revistas especializadas em Turismo. Apesar da pouca estrutura de bares e restaurantes no local, a vista surpreendente e a calmaria da maré baixa compensam o passeio.
Em Tatuamunha, mais beleza e sossego. A rota ecológica termina no encontro do mar com a água doce do rio.
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PORTO REAL DO COLÉGIO – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

PORTO REAL DO COLÉGIO – Alagoas

Porto Real do Colégio
O povoamento de Porto Real do Colégio remonta aos meados do século XVII. Diferentes tribos de índios, entre estas as Tupinambás, Carapotas, Acoranes ou Aconãs e Cariris habitavam a região. Elas viviam da caça, pesca e da lavoura. Os bandeirantes da Bahia em demanda no Nordeste que desciam o rio São Francisco em companhia dos padres jesuítas, encarregados da catequese dos “gentios”, foram os primeiros civilizados a pisar o aldeamento que ficava à margem do grande rio, deixando aí o primeiro marco da civilização. Conta-se que esses bandeirantes e jesuítas adquiriram na referida região uma extensa faixa de terra a qual denominaram-se “Urubu-Mirim” para diferenciar de Urubu, hoje Propriá. Os jesuítas conseguiram aos poucos fixar as tribos indígenas nos arredores da sede, apesar das lutas travadas entre os Cariris, os Aconãs e os bandeirantes recém chegados à região.
Os jesuítas erigiram na povoação, no cimo de uma colina, uma capela rústica sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, em torno da qual começou a florescer o novo núcleo populacional. Nos meados do século XVII fundaram um convento e um colégio em frente a capela, hoje matriz de Nossa Senhora da Conceição, do lado sul da margem esquerda do rio São Francisco. Neste colégio, diz Pedro Paulina da Fonseca, no seu livro “Conventos em Alagoas”, ensinavam-se línguas; entre elas o latim.
De um modo geral, o povoamento de Porto Real do Colégio foi resultado da fusão das três raças que colonizaram o Brasil, o branco desbravador; o negro, elemento próprio para o trabalho agrícola e o índio, dono da terra. O nome verdadeiro deveria ser Colégio do Porto Real, pois o povoamento se originou do Colégio dos jesuítas que tinha o nome de “Real”. Há mesmo documento onde lhe é dada aquela denominação, como é o caso de Lei Nº 702, de 19 de maio de 1875, onde o vice-presidente da província das Alagoas, bacharel Felipe de Melo Vasconcelos, no artigo 1.º da citada Lei, diz, “fica criada a freguesia de São Brás desmembrada do Colégio do Porto Real…”
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PORTO CALVO – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

PORTO CALVO – Alagoas

Porto Calvo
O município de Porto Calvo é a freguesia mais antiga do Estado, pois já existia no século XVI. Sua fundação é atribuída a Cristovão Lins, a quem foram doadas terras que se estendiam do rio Manguaba ao Cabo de Santo Agostinho. Nesta região, ele iniciou a cultura canavieira no Estado, construiu uma capela e sete engenhos.
Porto Calvo foi um dos primeiros locais a ser habitado pelos portugueses. A cruzada organizada por Cristovão Lins percorreu parte do litoral, expulsando os índios e se apossando de suas terras. Pelo que fez, o Rei de Portugal lhe conferiu o título de alcaide-mor de Porto Calvo. O povoado foi se formando com o movimento entre o Norte e o Sul, assumindo características de vila nos primeiros 30 anos do século XVII.
A origem do nome vem de uma lenda na qual um velho calvo, que morava às margens do rio, construiu um porto, conhecido como o "porto do calvo". Quando foi elevada à vila, passou a se chamar Bom Sucesso, em homenagem à vitória de Matias de Albuquerque contra os holandeses. Sempre presente em fatos políticos, Porto Calvo tem pelo menos uma figura que é destaque na história nacional: Domingos Fernandes Calabar, considerado traidor da pátria por ter se aliado aos holandeses para combater espanhóis e portugueses. Alguns historiadores, porém, acreditam que ele teria sido, na verdade, um herói, que acreditava que os holandeses eram os mais indicados para desenvolver o Brasil, que vivia miseravelmente sob o jugo de portugueses e espanhóis.
A freguesia, sob invocação de N. Sra. da Apresentação foi criada em torno de 1617. A elevação da vila à cidade em 1889, através da resolução 1.115. Como atrativos (além da própria história), a cidade oferece a igreja Matriz (datada de 1610), o Alto da Forca e o rio Manguaba, além das festas da padroeira (21/11) e da Emancipação (12/04).
Porto Calvo possui vários monumentos históricos, como a Igreja Nossa Senhora da Apresentação, tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, onde são promovidas quermesses e festas religiosas; Alto da Forca, herança do domínio holandês, onde atualmente se localiza o Hospital Municipal, de onde se pode admirar um maravilhoso cenário natural; Dentre as manifestações folclóricas estão registradas nas seguintes danças: arrasta-velha, cambina, pastoril, quadrilha e coco-de-roda, bem como o Carnaval.
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

POÇO DAS TRINCHEIRAS – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

POÇO DAS TRINCHEIRAS – Alagoas

Poço das Trincheiras
Na época da ocupação holandesa no Brasil, chegou a Penedo um fidalgo da corte que havia sido deportado. Ele morou muitos anos com uma filha até o dia em que ela se casou e foi viver perto do rio Ipanema. O sobrenome Wanderley, da filha do fidalgo, constituiu a família que nos dias de hoje ainda tem influência na região.
Alguns anos depois do casamento, foi morar na localidade João Carlos de Melo que, unindo-se aos Wanderley, teve destacada atuação no desenvolvimento do povoado. A denominação do município vem do fato de ter existido um grande poço - hoje aterrado - próximo ao rio Ipanema. No local foram construídas trincheiras de pedra, para que a população pudesse se defender de um possível ataque holandês.
A fertilidade das terras e as boas condições de pasto foram suficientes para que inúmeras famílias de outras regiões se transferissem para lá, fazendo crescer o povoado. Na luta pela emancipação de Poço das Trincheiras destaca-se o nome de Osman Medeiros. A Lei 2.100, de 15 de julho de 1958, concedeu autonomia administrativa ao povoado, com território desmembrado de Santana do Ipanema. A instalação oficial aconteceu no dia 20 de janeiro de 1959.
Apesar de não possuir grandes atrativos naturais, o município de Poço das Trincheiras, revela as características festivas de sua população em uma dupla comemoração, que atrai grande número de visitantes em busca da animação e hospitalidade da cidade: a Festa da Emancipação Política e a do Padroeiro, São Sebastião, comemoradas num único dia (20 de janeiro).
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PIRANHAS – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

PIRANHAS – Alagoas

Piranhas
Piranhas, data do século XVII. A localidade era, então, conhecida como Tapera. Conta-se que em um riacho que é hoje chamado das Piranhas, um caboclo pescou uma grande piranha. Preparou e salgou o peixe, levando-a para sua residência . Lá chegando, verificou que se esquecera do cutelo. E, voltando-se para o filho, disse: - "Vá ao porto da piranha e traga o meu cutelo". Esta versão foi passando de geração em geração e, segundo parece, ficou o lugar denominado "Piranhas". E como Tapera, com o decorrer do tempo, longe de escombros e prédios espalhados, passou a ser uma povoação organizada, o nome das Piranhas foi-se estendendo desde o riacho até a povoação.
O estabelecimento da navegação a vapor, em agosto de 1867, fazendo o percurso Penedo - Piranhas, veio dar novo impulso ao município. Entretanto, o maior fator de desenvolvimento deve-se à construção da estrada de ferro.
No ano de 1887 foi criada a Vila com território desmembrado de Pão de Açúcar e Água Branca.
Essa cidade ficou conhecida por ter sido o palco da exposição das cabeças de lampião, o cangaceiro mais conhecido do Brasil, e seu bando, após terem sido capturados e decapitados na Grota do Angico.
Tombada pelo Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN), Piranhas é o melhor destino quando se quer desacelerar às margens do Velho Chico, mergulhar na história emblemática do cangaço brasileiro, contemplar a privilegiada paisagem natural, além de se entregar ao arrasta-pé que anima as noites da cidade.
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PINDOBA – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

PINDOBA – Alagoas

Pindoba
Pindoba nasceu em consequência de uma promessa feita pelo fazendeiro João Dias que tinha uma propriedade agrícola onde hoje se encontra a cidade. Acometido de grave enfermidade, prometeu a São Sebastião que se ficasse recuperado, construiria uma capela em sua homenagem. A graça foi alcançada e de imediato fez construir em pequeno templo na fazenda. Todos os meses, um sacerdote ia celebrar missa na capela e passou a ser frequentada por moradores da região.
O movimento religioso que ali se procedia, deu razão para que agricultores de outras regiões transferissem suas moradias para o novo local. A fertilidade das terras contribuiu para atrair inúmeras famílias desejosas de implantar propriedades para exploração de lavouras e criação de gado. Em pouco tempo já existiam muitas casas e o desenvolvimento começou a ser uma constante no novo núcleo que ali se formava.
O primitivo nome foi Pindoba Grande, originário de um tipo de palmeira, já desaparecida. O difícil acesso para o local não contribuía para o progresso inicial e somente com a melhoria de suas estradas foi que alcançou sua fase de desenvolvimento.
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PILAR – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

PILAR – Alagoas

Pilar
Relatam os historiadores que a cidade do Pilar surgiu no século passado de um engenho que pertenceu ao espanhol José de Mendonça Alarcão Ayala, ancestral do Barão de Mundaú. Segundo a tradição, o nome do município tem origem na lenda do aparecimento de uma imagem de Nossa Senhora em um pilar, nos arredores do povoado. Ainda segundo a lenda, a santa foi retirada e colocada em uma capela, surgindo, tempos depois, no local primitivo. Outros historiadores, porém, afirmam que a padroeira da cidade foi trazida pelo espanhol José Ayala, de sua terra natal.
No Pilar, registrou-se a última pena de morte no Brasil. O escravo Prudêncio, pertencente a João Lima e outros dois escravos Vicente e Francisco se uniram e resolveram matar os patrões. Prudêncio matou João Lima e sua mulher, mas os outros escravos não conseguiram atrair seus patrões para a emboscada.
Descobertos os corpos, os negros fugiram, mas foram capturados. O Imperador D. Pedro II, então, autorizou o enforcamento de Prudêncio. A visita de D. Pedro II ao Pilar é considerada um dos mais importantes fatos históricos da cidade e da região.
Em 1854, foi criada a freguesia do Pilar. Com o progresso, foi elevada à categoria de vila em 1857. Em março de 1872, a lei 624 garantiu autonomia administrativa. Em 1944, o nome de Pilar foi mudado para Manguaba pelo fato da lagoa ser o principal acidente geográfico do município. Em 1949, o município voltou a se denominar Pilar.
A beleza natural da Lagoa Manguaba é o principal encantamento do Pilar, que possui casarios coloniais do início do século passado. No município há fontes de água de boa qualidade, inclusive mineral. Sua população é alegre e acolhedora. A cidade é bastante festiva, fazendo parte de seu calendário turístico os festivais do Bagre e do Siri, além da Festa de São Pedro.
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PIAÇABUÇU – Alagoas
Post
23/08/202023/08/2020

PIAÇABUÇU – Alagoas

Piaçabuçu
O início da formação do povoado data dos primeiros tempos da exploração do baixo São Francisco. Era o local o ponto preferido pelos que atravessavam o Rio São Francisco, quando viajavam por terra para Pernambuco e Bahia.
Consta que o português André Dantas, tendo um grupo de homens sob as suas ordens, entre 1660 e 1670, penetrou no Município, em 10 de outubro, dia em que se comemora a conservação de São Francisco de Borja. Com palha de palmeira construiu-se pequena barraca, dando-lhe a forma de igreja, em honra daquele santo. Assim, surgiu o povoado. O nome é antiquíssimo e vem desde o início do povoamento. Tem origem indígena: "piaçava" (palmeira). "guassu", grande. Foi motivado pela abundância de palmeiras.
Em maio de 1882 foi elevado à categoria de Vila, sendo desmembrado do Município de Penedo.
A economia da cidade de Piaçabuçu é voltada ao turismo. Todos que visitam Piaçabuçu realizam o famoso passeio à foz do Rio São Francisco, feito em barcos particulares.
Dunas de areias claríssimas e várias lagoas de águas mornas compõem a Foz do Rio São Francisco. O encontro das suas águas com as do mar ganha uma moldura de dunas douradas, formando um delta com coqueiros e imensas lagoas de águas azuis.
Chegando ao encontro do rio com o mar, as embarcações ficam ancoradas por uma hora, tempo estabelecido pelo IBAMA para cada visita ao delta. É possível observar na cidade, a valorização e a preservação da sua natureza: como á área reservada ao cuidado das tartarugas marinhas e das aves migratórias.
Piaçabuçu possui duas extensas praias: a praia de Pontal do Peba e a praia do Peba; que se estendem desde a Vila de Pontal do Peba até Pontal da Barra. Essas praias são frequentadas por admiradores dos extensos calçadões de Piaçabuçu. A cidade possui 40 km de areias contínuas, sendo considerada a mais extensa do estado de Alagoas e, uma das maiores do Brasil.
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PENEDO – Alagoas
Post
22/08/202022/08/2020

PENEDO – Alagoas

Penedo
Existem duas versões para a origem do município de Penedo. A primeira, de que a criação do povoado está relacionado a Duarte Coelho Pereira, primeiro donatário da capitania de Pernambuco, que se aventurou em viagens de exploração do rio São Francisco. A segunda, mais divulgada, credita essa responsabilidade a seu filho, Duarte Coelho de Albuquerque, que herdou a capitania. De acordo com o historiador Craveiro Costa, a conquista de Alagoas e, particularmente, de Penedo, começou em 1560, quando Albuquerque organizou duas bandeiras: uma com destino ao norte de Olinda e outra para o sul.
A que se dirigiu ao sul atingiu o rio São Francisco entre 1560 e 1565. A primeira sesmaria registrada na região data de 1596, mas acredita-se que o povoado só foi oficialmente fundado a partir de 1613, com o recebimento de uma sesmaria por Cristovão da Rocha. Em 1636, foi elevada à Vila de São Francisco e no final do século XVII passou a ser chamada de Penedo do Rio São Francisco. Em 1842, foi elevada à categoria de cidade.
Erguendo-se imponente sobre um rochedo às margens do rio São Francisco, a cidade de Penedo é um relicário vivo, que conserva um patrimônio artístico cultural de grande valor, tendo sido palco dos acontecimentos mais importantes do Brasil Colonial. As marcas dos colonizadores portugueses, holandeses e dos missionários franciscanos, podem ser constatadas na arquitetura barroca de conventos e igrejas. Um passeio pelas águas do "Velho Chico" é um convite à descoberta de ilhas, prainhas e lugarejos. A culinária e as manifestações folclóricas são atração à parte. As festividades duram o ano inteiro: Festa do Bom Jesus dos Navegantes (janeiro), Festival de Tradições Populares e aniversário da cidade (abril), Circuito de Jeep (maio), São João (junho), Circuito de Moto Velocidade (agosto), Penedo Fest (Outubro), Gincana de Pesca de Arremesso (novembro) e Natal (dezembro).
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

PAULO JACINTO – Alagoas
Post
22/08/202022/08/2020

PAULO JACINTO – Alagoas

Paulo Jacinto
O município de Paulo Jacinto teve como primeiro nome o de Lourenço de Cima, pois, havia outro denominado Lourenço de Baixo ou São Lourenço, propriedade agrícola de Lourenço Veiga, o qual construiu uma capela sob a invocação daquele Santo. O Lourenço de Cima, objeto dos presentes dados históricos, originou-se em uma capela erigida, em suas terras, por Antônio de Sousa Barbosa – homenagem a Nossa Senhora da Conceição. Antônio, considerado fundador, era paraibano, e, em 1835, transportou-se com sua família e haveres, construindo uma casa residencial e uma capela, conforme costume nas famílias abastadas e religiosas.
Fez doação de considerável patrimônio de terras para assegurar a subsistência e conservação da capela a Nossa Senhora da Conceição, em cujas vizinhanças, em terreno daquele patrimônio, foram construídas as primeiras casas de taipa para moradia dos novos habitantes que, atraídos pela fertilidade do solo e amenidade do clima, para aí afluíram. Dadas as necessidades ambientais, surgiu o primeiro estabelecimento comercial, pertencente a José Carolino, na margem das estradas que vindas de cima – Palmeira dos Índios e do sertão – iam dar no Riacho do Meio (município de Viçosa) e no Pilar. Os primeiros habitantes da povoação agricultores não desprezavam os negócios e, assim, trocavam as mais diversas mercadorias.
Com a inauguração, em 1911, da estação da Estrada de Ferro da "Great Western", o Povoado passou a chamar-se Paulo Jacinto, homenagem a Paulo Jacinto Tenório, filho de Quebrangulo e que havia doado à citada Companhia uma área de terra destinada aos serviços da nova via de comunicação.
VALE A PENA CONHECER!
VEJA HOTÉIS & POUSADAS QUE A ROTEIROS BR INDICA PARA VOCE!

error

Enjoy this blog? Please spread the word :)

Instagram