Categoria: Nordeste

VIÇOSA – Alagoas
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Agosto 24, 2020Outubro 5, 2020

VIÇOSA – Alagoas

Viçosa
As Terras que hoje constituem o município de viçosa eram habitadas por índios Caambembes, Oriundos da tribo Caeté. Eles viviam em luta com os Cariris e outras tribos tapuias habitantes das caatingas.
Pela sua posição topográfica e excelentes condições físicas - riqueza de matas, cursos de água e terras férteis - o município de Viçosa aparece como um dos pontos do Estado onde houve mais lutas entre índios.
Foram localizados na região - em povoados como Bananal e sítios adjacentes - muitos vestígios dos quilombos. Há quem assegure que Zumbi morreu lá e não em União dos Palmares. Depois dos negros derrotados, o Rei de Portugal dividiu os domínios entre os vencedores.
Em 1831, por decreto imperial, a povoação com nome de Riacho do Meio foi desligada de Atalaia e elevada à categoria de Vila. No governo de Gabino Bezouro, em 1892, a Vila foi elevada à condição de cidade. A vida política de Viçosa teve muitas lutas partidárias, caracterizando a época de predominância do coronelismo. No aspecto cultural, porém, Viçosa é berço de destacados escritores e intelectuais de Alagoas, como Otávio Brandão, além de um importante núcleo de folclore.
Com essa tradição cultural, Viçosa destaca-se, principalmente, por suas festividades: Carnaval, Festas Juninas, Festa do Padroeiro Senhor do Bom Jesus do Bomfim (entre os meses de janeiro e fevereiro), Cavalhadas e Vaquejadas. Entre as belezas naturais está a Serra Dois Irmãos, local onde historiadores supõem que teria vivido Zumbi em seus últimos anos, até a morte. Viçosa tem ainda atração esporádica (não a dia nem mês estabelecidos) o trem de Viçosa, onde filhos da terra viajaram juntos até o município e fazem um grande encontro.
O hoje município de Viçosa surgiu em terras que foram habitadas por índios caambembes, subtribo dos caetés. A palavra caambembe, segundo Alfredo Brandão, é uma corruptela de caamemby, vocábulo indígena que significa, literalmente, mato de gaitas ou de flautas.
Após a morte do primeiro bispo do Brasil, os caetés foram duramente perseguidos pelas forças de Jerônimo de Albuquerque. Os vencedores, na sua vingança, mostraram-se mais selvagens do que os próprios índios. Os poucos caetés que escaparam, se deslocaram para o sertão.
A presença dos quilombos nos vales do Paraíba e do Mundaú se estendia desde a cabeceira destes rios até poucas léguas de distância das lagoas, e estendendo-se para o norte, ao longo do cordão de “matas bravias”, ocupava uma região que ficava além dos atuais limites com Pernambuco.
Os pontos de maior concentração dos mocambos eram onde as matas eram mais férteis, ricas em palmeiras e caças, além de criarem barreiras naturais que dificultassem o acesso. Em Alagoas, as matas de União dos Palmares e Viçosa apresentavam condições ideais para quem fugia dos engenhos da capitania.
No povoado Bananal e sítios adjacentes, Anel e também nas fazendas Bom Sucesso, Mata Limpa e Floresta, já em Chã Preta, foram localizados vestígios dos quilombolas, tais como armadilhas para caça, bananeirais, canaviais e outras plantações.
Os mocambos de Andalaquituche, Osenga e Sabalangá também foram identificados como locais que comprovam a existência de quilombos. Vencidos os negros, seus domínios foram distribuídos aos vencedores pelo Rei de Portugal. Grande parte das terras de Viçosa coube ao capitão André Furtado de Mendonça, um dos cabos-de-guerra do paulista Domingos Jorge Velho.
Alguns negros que durante a luta tinham desertado para as fileiras paulistas foram perdoados e continuaram a viver livremente nos mesmos locais.
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UNIÃO DOS PALMARES – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 25, 2020

UNIÃO DOS PALMARES – Alagoas

União dos Palmares
As primeiras habitações do município de União dos Palmares surgiram no século XVIII, num povoado chamado "Macacos", à margem esquerda do rio Mundaú. O português Domingos de Pino construiu a primeira capela do local dedicada à Santa Madalena. A povoação passou a ter o nome da padroeira.
O crescimento do lugarejo provocou seu desmembramento do município de Atalaia, em 13 de outubro de 1831, através de decreto governamental. Em seguida foi criada a Vila Nova Imperatriz. Elevada à categoria de cidade pela Lei 1.113, de 20 de agosto de 1889.
A denominação "União" surgiu através do decreto nº 46, de 25 de setembro de 1890, e teve origem no fato da cidade ser o elo entre as estradas de ferro de Alagoas e Pernambuco. Em 1944, ocorreu a mudança definitiva para "União dos Palmares", homenageando o Quilombo, que permaneceu na região por quase um século.
Foi em União dos Palmares mais precisamente na Serra da Barriga(uma das atrações turísticas da cidade) que os negros rebelados contra a escravidão construíram a República Independente do Quilombo dos Palmares, o símbolo do anseio e da resistência negra pela liberdade, tendo como líder maior o negro Zumbi, imortalizado numa estátua no alto da serra.
Cidade pólo da zona da mata alagoana, União dos Palmares é conhecida como a Terra da Liberdade. Em seu território surgiu o primeiro grande grito de esperança dos negros escravizados, vindo do alto da Serra da Barriga, onde os fugitivos dos engenhos de açúcar da região instalaram-se, a partir do século XVI, fundando a sede do Quilombo dos Palmares.
Localizado no norte-nordeste do estado de Alagoas, o município tem população estimada em 62.727 habitantes e território de aproximadamente 427 km², banhados pelo Rio Mundaú. Na cidade, resiste a comunidade quilombola de Muquém.
Ocupando uma área de 20 hectares, é composta por cerca de 500 pessoas, que vivem da lavoura e da fabricação de artefatos de barro, tradição transmitida pelos ancestrais africanos. Além do Parque Memorial Quilombo dos Palmares, instalado na Serra da Barriga, a cidade possui diversas atrações turísticas.
A Casa Jorge de Lima, museu dedicado ao poeta, e a Casa de Maria Mariá, instalado na antiga residência da historiadora, fazem parte do roteiro cultural de União. Cachoeiras e fauna e flora diversificadas, com trilhas em plena Mata Atlântica, completam o tour histórico-ambiental da região.
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TRAIPU – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 25, 2020

TRAIPU – Alagoas

Traipu
O significado do nome Traipu tem duas versões: segundo uns, quer dizer "muito Peixe", segundo outros, "olho d'água do monte". Conta-se que Pedro Gomes, mestre de campo, instituiu um morgado para seus descendentes nos fins do século XVII, dando-lhe o nome de Porto da Folha. O local começou a ter desenvolvimento e constituiu-se em um povoado com o mesmo nome. Posteriormente passou a chamar-se Traipu, em razão de se achar o povoado muito perto da barra do rio do mesmo nome.
Em 1835, foi criada a Vila com o nome de Porto da Folha e, em 1870, recebeu oficialmente a denominação de Traipu. Por ocasião da emancipação, Traipu desvinculou-se dos Distritos de Mata Grande, Santana do Ipanema, Batalha, São Brás e Girau do Ponciano.
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TEOTÔNIO VILELA – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 24, 2020

TEOTÔNIO VILELA – Alagoas

Teotônio Vilela
Entre 1955 e 1958, os trabalhadores dos engenhos se reuniam, aos domingos, próximos às fazendas Brejo e Rico para receber o pagamento semanal. Pela estrada passavam muitos feirantes de Coruripe com destino a Arapiraca. Certo dia, os trabalhadores resolveram fazer suas compras aos feirantes – depois, esse comércio tornou-se uma rotina. Em pouco tempo estava criada a feira do pequeno povoado de Chá da Planta. A prefeitura de Junqueiro mandou, inclusive, construir um galpão para armazenagem dos cereais durante o inverno.
Mais tarde, o povoado passou a se chamar Vila São Jorge. A administração de Junqueiro, a quem pertencia a vila, construiu um grupo escolar, açougue, mercado público e o nome foi mudado para Feira Nova, fundada oficialmente em 10 de outubro de 1966. Adiante, a vila ganhou energia elétrica, um cemitério e o comércio seguiu sua expansão.
No início da década de 70, o senador Teotônio Vilela passou a visitar a Vila de Feira Nova e estudar a implantação de uma usina de açúcar na região. Ela começou a ser construída em 1973. A indústria acelerou o desenvolvimento e o povoado superou até mesmo Junqueiro, a sede do município. Em 1982, a vila elegeu três vereadores, que começaram de imediato o movimento pela autonomia. Através de plebiscito, Feira Nova decidiu pela emancipação política, com o nome alterado para Teotônio Vilela.
O município foi criado em 1986. Somente em novembro de 1988, Fernando José Torres foi eleito o primeiro prefeito, tomando posse em janeiro de 1989.
O maior atrativo de Teotônio Vilela são as tradicionais bandas de fanfarra, conhecidas em todo o Estado.
Diversos festivais e a festa de emancipação fazem a alegria da população e dos visitantes.
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TAQUARANA – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 24, 2020

TAQUARANA – Alagoas

Taquarana
Ao instalar a fazenda "Canabrava" com a criação de gado e diversificadas lavouras em 1750, a família Correia Pais deu origem ao atual município de Taquarana, que até sua emancipação política era conhecida por "Canabrava dos Pais".
Como na maioria dos municípios alagoanos, o povoado se expandiu a partir de 1821, com a construção da matriz de Santa Cruz, num local já afastado da fazenda. Considerados também como fundadores, Luiz Carlos de Souza Barbosa, Antônio Paulino da Silva, Antônio Faustino da Silva Madeira e José Miguel Soares - com suas famílias - foram os primeiros habitantes.
Ponto de passagem obrigatório - pela estratégica posição de proximidade com a estrada que ligava o Sertão à capital - alcançou o progresso rapidamente. Em 1938 foi elevada à condição de vila, ainda pertencendo a Limoeiro de Anadia.
Os expoentes da luta pela emancipação foram Manoel Rodrigues de Oliveira, José Tenório de Souza, Floriano de Souza Castro e Pedro Cícero da Silva. A autonomia administrativa, porém, só veio em agosto de 1962, através da Lei nº 2465, que também alterou nome da cidade para Taquarana, uma outra denominação para Canabrava - uma planta característica e abundante no Agreste - por sugestão do Bispo Dom Rômulo de Farias.
Embora não tenha maiores atrativos naturais, o município se destaca pelas festividades, onde despontam toda a hospitalidade e animação de sua população, atraindo muitos visitantes de cidades vizinhas. Entre os mais animados festejos estão as festas juninas, o carnaval, a festa da padroeira Santa Cruz e a da emancipação, todas comemoradas com grande estilo.
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TANQUE D’ARCA – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 24, 2020

TANQUE D’ARCA – Alagoas

Tanque D'Arca
O atual município de Tanque D`Arca originalmente era uma mata virgem e antes da colonização havia apenas uma picada neste mata, o único caminho a Palmeira dos Índios e Anadia. No local onde hoje se localiza a cidade, havia em tanque de água natural sob a sombra de um oitizeiro.
Contam os moradores antigos que uma arca com muitos e variados objetos foi deixado por um grupo de ciganos ? após um grande período de acampamento ? exatamente à sombra do oitizeiro, despertando a curiosidade da população local. Esse fato marcou o cotidiano dos moradores, que, a partir dele, decidiram modificar o nome da localidade para Tanque D` Arca.
As primeiras famílias que habitaram a região eram originárias de Pernambuco e entre elas destacavam-se as de Manoel Vitorino, Manoel Barbosa e João Alemão, que lideravam as instalações. Os primeiros locais a serem habitados foram as terras onde hoje estão o sítio Carrapato e as ruas José Garcez e Hernani Almeida, onde foram construídas as casas dos novos moradores. Com o crescimento populacional no local, iniciou-se a monocultura da cana-de-açúcar na região. O povoado se desenvolveu rapidamente e logo foram construídos armazéns para a compra de cereais e instalado um descaroçador de algodão.
O território que pertencia a Anadia só foi desmembrado em 1962, através da Lei nº 2507, mas sua instalação oficial só ocorreu no ano seguinte.
Hoje, Tanque D` Arca tem se destacado como o mais novo polo do cultivo de flores como as bromélias, vendidas em grande quantidade. Seus principais festejos são a festa da emancipação e a da padroeira, Nossa Senhora Mãe do Povo.
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SENADOR RUI PALMEIRA – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 24, 2020

SENADOR RUI PALMEIRA – Alagoas

Senador Rui Palmeira
Por volta de 1930, Antonio Afonso, vindo de Palmeira dos Índios, instalou uma fábrica de corda na região hoje ocupada pela sede do município de Senador Rui Palmeira. Ele utilizava como matéria-prima o caroá, planta de pouca folhagem que era encontrada com facilidade nos arredores.
Em torno dessa atividade cresceu um reduzido povoado. O início das atividades comerciais apresentando características de feira foi no dia 30 de outubro de 1943, comemorado com a realização da primeira missa.
Em 1945, José Rodrigues Fontes montou um alambique para a produção de cachaça, tornando a localidade conhecida como "Usina". Entretanto, o topônimo "Riacho Grande" acabou prevalecendo para o povoado, em razão do rio que corta o lugar obter, no inverno, razoável largura.
E foi com esse nome de Riacho Grande, adotado definitivamente pelo missionário e ratificado pela população, que o povoado se desenvolveu chegando ao ponto de tornar sua emancipação um fator natural. Em 1981, através de plebiscito, conseguiu a emancipação política, desvinculando-se de Santana do Ipanema. E como município ganhou novo nome passando a constar no mapa de Alagoas como Senador Rui Palmeira. Uma homenagem feita pelo então governador Guilherme Palmeira a seu pai.
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SATUBA – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 24, 2020

SATUBA – Alagoas

Satuba
Antes conhecida como povoado denominado Carrapato, Satuba basicamente era formada por algumas casas de taipa, cujos pioneiros foram familiares de Manoel Joaquim de Barros e de sua esposa Úrsula de Melo Barros. Suas terras pertenciam à vila de Santa Luzia do Norte, e depois a Rio Largo, de onde foram desmembradas.
Em 1893 foi construida uma capela, que mais tarde, foi reformada para ser a Matriz de Nossa Senhora da Guia. Dois sítios e dois engenhos garantiam o desenvolvimento do povoado, um dos quais se localizava no terreno onde funciona hoje a Escola Agrotécnica Federal de Satuba (Instituto Federal de Educação Tecnológica de Satuba). A navegação lagunar, com pequenas embarcações, fazia a comunicação com Santa Luzia, Coqueiro Seco e Maceió.
Seu crescimento populacional só começou mesmo com a chegada da linha férrea, fato que foi reforçado mais adiante com o surto de estradas de rodagem que ligavam a capital ao interior, principalmente no sentido do Agreste e do Sertão, onde proporcionou a implantação da primeira escola pública do povoado, que até 1950 pertencia a Rio Largo.
O primeiro comerciante a se estabelecer na localidade foi José Ferreira de Barros, e a agência dos Correios o primeiro serviço público ali instalado.
Após o censo os moradores começou a lutar pela emancipação. Assim em 1960, a lei nº 2.265 estabeleceu a sua autonomia política e administrativa. A proposta da comunidade foi abraçada pelos políticos Aristeu Lopes de Oliveira e Walter Figueiredo, este então deputado estadual por Rio Largo.
Carrapato, então, teve alterado seu nome para Satuba, que segundo a professora Carmem Lúcia Dantas, “o povoado passou a ser chamado de Satuba, que se acredita ser uma corruptela de saúva, ou saúba, devido a uma espécie de formiga que muito incomodava os operários que construíam a trilha férrea da Great Western”.
As origens do atual Município de Satuba retroagem ao ano de 1893, no local conhecido como Carrapato, onde, existiam na época, 11 casas de taipa e palha.
Foi construída, nessa mesma época, uma pequena capela em área próxima onde hoje se encontra edificada a igreja matriz, cujo patrono é N.S. da Guia.
A povoação desenvolveu-se de forma lenta e só recebeu impulso mais forte, com a chegada dos trilhos da estrada de ferro. Por esta ocasião, seu topônimo foi modificado para Satuba, originado, - segundo alguns – da saúva, conhecida formiga que existia na localidade.
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SÃO SEBASTIÃO – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 24, 2020

SÃO SEBASTIÃO – Alagoas

São Sebastião
A Origem da cidade de São Sebastião teve início com o povoamento Salomé há mais ou menos duzentos e cinqüenta anos, "Salomé" originou-se da junção dos sons das palavras sal e mel, mercadorias transportadas pelos tropeiros que circulavam muito pela região. Por ser localizada em entroncamento bastante movimentado, próximo da fronteira Alagoas/Sergipe e cidades prósperas como Penedo e Palmeira dos Índios (hoje a cidade próxima mais desenvolvida é Arapiraca) serviam muitas vezes de pouso. Tendo o tropeiro José Luiz, fixado residência, constituído família e instalado no local uma hospedaria, sendo por muitos anos o único morador da região.
A fertilidade das terras chamou a atenção de criadores e agricultores de outras regiões, descobrindo-se sua vocação para a agricultura. Desenvolveram-se as lavouras de algodão, fumo, amendoim (exportado em grande quantidade para Aracajú) e toda uma lavoura de subsistência. O povoado desenvolveu. Os proprietários de terra asseguravam o desenvolvimento do comércio, os escravos nas festas difundiam viola e o berimbau. As mulheres distraiam-se jogando bilros e de suas mãos habilidosas surgiram belíssimas rendas.
O que até hoje caracteriza o município como "terra das rendas de bilro". Em 1890 foi construída a igreja de Nossa Senhora da Penha, padroeira da Cidade que se comemora em 8 de setembro. O progresso foi chegando de forma célebre, moradores ilustres como Manoel Dionísio, Belo, Manoel Jandaia, Padre Caetano, Manoel Correia, Antonio Abílio e outros se uniram para articular o desmembramento do povoado do município de Igreja Nova. Em 31 de maio de 1960 ocorreu a emancipação política, através da lei 2.229 e, em homenagem ao santo e ao governador da época Sebastião Muniz Falcão, foi dado ao povoado de Salomé o nome de São Sebastião.
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SÃO MIGUEL DOS MILAGRES – Alagoas
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Agosto 24, 2020Agosto 24, 2020

SÃO MIGUEL DOS MILAGRES – Alagoas

São Miguel dos Milagres
São Miguel dos Milagres é um dos mais antigos povoados de Alagoas. A colonização começou durante a invasão holandesa, quando moradores de Porto Calvo fugiram à procura de um abrigo onde pudessem, também, observar o movimento dos invasores que utilizavam o rio Manguaba para chegar ao interior. Eles encontraram, na região, uma colina de onde avistaram extensa área de terras até o mar. Formou-se aí o engenho Mata Redonda, local onde houve uma grande batalha, que resultou na expulsão dos holandeses.
O povoado ficou conhecido como Freguesia Nossa Senhora Mãe do Povo, a padroeira. Algum tempo depois, um pescador encontrou na praia uma peça de madeira coberta por musgos e algas e passou a usá-la nos serviços domésticos. Ao limpar a peça, o pescador descobriu que era a estátua de São Miguel Arcanjo, ficando curado de um grande problema de saúde. A notícia se espalhou e o lugar ficou conhecido como São Miguel dos Milagres.
Por algum tempo, o povoado liderou o comércio açucareiro e chegou a ser o maior produtor de coco, quando ainda pertencia a Porto de Pedras. Em 1864, foi elevado à vila. Em 1914, Augusto de Barros Falcão, José Braga, Aderbal da Costa Raposo e João Moraes buscaram a emancipação, que só foi obtida em 1960, através da Lei 2.239.
Conhecida por suas praias de águas mansas e cristalinas, a cidade de São Miguel dos Milagres tem, na praia de Porto da Rua - povoado próximo - seu maior atrativo. Entre os eventos destacam-se: o Festival de Frutos do Mar (em abundância no município), e as festas do padroeiro (21 de janeiro) e de Emancipação (7 de junho).
O cenário de um dos Reveillons mais procurados do Brasil é realmente encantador. São Miguel dos Milagres possui quilômetros de praias quase desertas, que formam um cenário paradisíaco.
Agregando valor à experiência do visitante, em cada calçada da cidade é possível encontrar o o artesanato local em belas peças decorativas esculpidas em madeira. Praia do Toque – Praia calma de areia branca, fina, águas mornas e cristalinas.
É assim que definimos as praias da Rota Ecológica. As piscinas naturais são outro atrativo para quem visita o local.Com requintadas e aconchegantes pousadas de charme, a praia do toque conta, ainda, com bons restaurantes.
Porto da Rua – A Praia fica no vilarejo de Porto da Rua, em São Miguel dos Milagres, onde é possível encontrar muitos barquinhos que levam à foz do rio Tatuamunha. Por aqui, é possível encontrar locais para apreciar uma gastronomia local à base de frutos do mar.
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