Categoria: Norte

VILHENA – Rondônia
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Outubro 24, 2020Outubro 24, 2020

VILHENA – Rondônia

Vilhena está localizado na entrada da Amazônia Ocidental, o que permite receber a denominação de “Portal da Amazônia Ocidental”. O povoamento desta cidade começou com os imigrantes vindos das regiões mais populosas do Brasil (sul e sudeste), que estavam à procura de novas áreas para melhorar a economia de suas famílias.

Vilhena possui um clima saudável que é próprio da região do Planalto. Além disso, está repleto de riquezas nas suas matas locais. Assim como muitas cidades, Vilhena começou com a construção de uma igreja católica no centro. Nesta mesma época, a energia elétrica da cidade era apenas aquela que era gerada por geradores próprios, e o fornecimento de água era feito por caminhões. Na ocasião, esta cidade já contava com algumas avenidas, como: Marechal Rondon, Major Amarante e Capitão Castro. Sua população era de 800 habitantes. Devido à existência de um clima agradável, e uma grande presença de matéria vegetal na região, e tendo uma localização estratégica, instalaram-se várias serrarias em Vilhena. Com a instalação do projeto Integrado de Colonização “Paulo de Assis Ribeiro” com núcleo de apoio em Colorado do Oeste, ocorreu um impulso populacional em Vilhena.

Neste mesmo ano, instalou-se a pioneira seção eleitoral no então distrito de Vilhena. A cidade foi contemplada pela Embratur por quatro anos consecutivos, com o Selo de Potencialidade Turística, pelo fato de ter um grande número de belezas naturais e por possuir uma grande infraestrutura para recepção de turistas (hotéis, restaurantes, aeroporto, rodoviária e comércio).

VALE DO PARAÍSO – Rondônia
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VALE DO PARAÍSO – Rondônia

Vale do Paraíso, localizado na linha 200, às margens do Rio Paraíso, afluente do Rio Jaru, a 36 km da cidade de Ouro Preto do Oeste e a 360 km da capital do estado, Porto Velho, originou com o projeto POLO NORTE, realizado pelo INCRA. Com a abertura de estradas vicinais e distribuição de propriedades rurais de 100 hectares, as famílias de migrantes de baixa renda vieram de diversas regiões brasileiras, principalmente dos estados do Paraná, Minas Gerais e Espírito Santo, por volta de 1973.

Em 1980, a criação do Núcleo Urbano de Apoio Rural (NUAR), nas terras doadas pelos pioneiros. As terras onde está localizada a área urbana do município foram doadas pelos desbravadores que aqui chegaram, os senhores Pedro Sabino, Antonio da Vitória e Manuel Lyra.

A escolha do nome para o NUAR foi feita por meio de votação com os moradores da época, onde foram sugeridos vários nomes. O nome escolhido pela maioria, foi Vale do Paraíso, e o segundo Tubarão. Ficou decidido que a primeira escola receberia o nome de Tuabarão, nome da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Tubarão, do município.

Os primeiros funcionários que vieram para o município eram da rede estadual, e hospedavam em uma residência construída pelo governo estadual. As casas, grande maioria, foram construídas pelo Governo Estadual, que compreendida de um Centro Técnico Administrativo, um posto de apoio e um posto da extinta SUCAM. Nesta época, os agentes da SUCAM faziam visitas de controle de doenças epidemiológicas e tropicais, como malária, febre amarela, esquistossomose, etc. Eles vinham em grupos, dividiam-se pela região e acampavam-se nas matas durante 30 a quarenta dias.

O município está localizado fora do eixo da Rodovia Federal BR-364, principal elo de integração e ligação do estado de Rondônia com os municípios e o restante do país. O município é ligado a Ouro Preto do Oeste pela rodovia estadual RO-470, com extensão de 36 km, asfaltada hoje em dia o município é divido em 5 setores.

VALE DO ANARI – Rondônia
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VALE DO ANARI – Rondônia

A localidade surgiu como núcleo urbano o nome de Sílvio de Farias.
Em 1989 um grupo de líderes da população local criou uma associação, denominada Vale do Anari, para lutar pela resolução dos problemas da região.
O projeto de emancipação tramitou na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia com o nome de Vale do Anari, deixando-se de lado a oportunidade de se prestar justa homenagem a um homem, considerado por alguns, polêmico, a quem a história de Rondônia deve quase tudo no setor de colonização de terras: capitão Silva Gonçalves de Farias.
O nome Vale do Anari é por estar a cidade localizada no vale do rio Anari, que banha a região. Esse rio, afluente da margem esquerda do rio Ji-Paraná ou Machado, foi conhecido pelos primeiros colonizadores pelo nome de Uaneri. O nome vem de um peixe teleósteo (Creagratus anary), caraciforme, da família dos Caracídeos.
O Município de Vale do Anari foi criado pela Lei Nº 572, de 22 de junho de 1994, assinada pelo governador Oswaldo Piana Filho, com área desmembrada do Município de Machadinho d'Oeste.

URUPÁ – Rondônia
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URUPÁ – Rondônia

O município foi criado em 13 de fevereiro de 1992, com áreas desmembradas dos municípios de Ouro Preto do Oeste e Alvorada do Oeste, o povoado surgiu com a implantação do Projeto de Assentamento (PA URUPÁ), pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), em 6 de julho de 1981.O Projeto de Assentamento Urupá foi implantado pelo Engenheiro Agrônomo Carlos Antonio de Siqueira Fontenele. O nome, que é uma homenagem ao rio Urupá, importante afluente do rio Machadinho ou Ji-Paraná, vem de uma tribo indígena que habitava a bacia hidrográfica desse importante rio rondoniense e provavelmente é uma alteração de Uru-Upaba, que significa lagoa do uru.

O projeto de emancipação tramitou na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia com o nome de Urupá, tendo feito parte do item IV, do parágrafo único, do artigo 42 das Disposições Transitórias da Constituição de 1989, para alcançar sua autonomia político-administrativa; e, uma vez arguida a inconstitucionalidade do ato, o município foi criado pela Lei nº 368, de 13 de fevereiro de 1992, assinada pelo governador Oswaldo Piana Filho, com área desmembradas dos Municípios de Ouro Preto do Oeste e Alvorada d'Oeste.

THEOBROMA – Rondônia
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THEOBROMA – Rondônia

Surgiu como núcleo urbano de apoio rural do Projeto de Colonização Padre Adolfo Rohl com o nome de Theobrama, em homenagem ao nome científico do cacaueiro (theobroma cacao), ávore da familília das Esterculiáceas, que produz o cacau, matéria-prima utilizada na fabricação de chocolate, cujo cultivo tem grande importância na região.
O projeto de emancipaçao tramitou na Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia com o nome de Theobroma, tendo sidoi ncluído no item VII, do parágrafo único, do artigo 42 das Disposições Transitórias da Constituição Estadual de 1989, para conseguir sua autonomia político-administrativa. Arguida a inconstitucionalidade do ato, o município foi criado pela Lei nº 371, de 13 de fevereiro de 1992, assinada pelo governador Oswaldo Piana Filho, com área desmembrada do Município de Jaru.

TEIXEIRÓPOLIS – Rondônia
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TEIXEIRÓPOLIS – Rondônia

Surgiu como núcleo urbano de apoio rural do Projeto de Colonização Ouro Preto, com o nome de Teixeirópolis, uma justíssima homenagem ao coronel Jorge Teixeira de Oliveira, pessoa escolhida pelo presidente da República João Batista de Figueiredo para preparar o Território Federal de Rondônia com a finalidade de ser elevado à categoria de estado. O fato foi consumado no dia 22 de dezembro de 1981 e seu primeiro governador escolhido foi Texeirão, apelido pelo qual era tratado carinhosamente o coronel.
O projeto de emancipação que tramitava na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia foi incluído no item XIX, do parágrafo único, do artigo 42 das Disposições Transitórias da Constituição Estadual de 1989, para alcançar sua autonomia político-administrativa; todavia, arguida a inconstitucionalidade do ato, o projeto ficou aguardando os trâmites normais para sua aprovação.
Apesar de fazer parte dos 21 municípios que ganhariam suas emancipações através das Disposições Transitórias da Constituição de Rondônia de 1989 e com o plebiscito favorável, Teixeirópolis não foi emancipado entre os 17 municípios criados em 13 de fevereiro de 1992.
O Município de Teixeirópolis foi criado pela Lei nº 571, de 22 de junho de 1994, assinada pelo governador Oswaldo Piana Filho, com área desmembrada do Município de Ouro Preto do Oeste.

SERINGUEIRAS – Rondônia
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SERINGUEIRAS – Rondônia

Surgiu como núcleo urbano de apoio rural do Projeto de Colonização Bom Princípio, com o nome idêntico ao projeto.
O projeto de emancipação tramitou na Assembleia Legislativa do estado de Rondônia com o nome de Bom Princípio de Rondônia, porque o deputado Reditário Cassol, autor do projeto, fora avisado pelo delegado do IBGE em Rondônia, Gerino Alves, que já existia município no Rio Grande do Sul com o nome escolhido.

Quando o projeto de emancipação foi escolhido para fazer do item XIV, do parágrafo único, do artigo 42 das Disposições Transitórias da Nova Constituição Estadual de 1989, o relator da Constituinte, deputado Amizael Silva, era de opinião que as expressões d'Oeste e de Rondônia deveriam ser excluídas dos futuros topônimos. Por sugestão de Gerino Alves, Delegado do IBGE em Rondônia, o deputado Amizael Silva escolheu o nome de Seringueiras, por ser a Bacia Hidrográfica do Rio São Miguel grande produtora de borracha, produto da seringueira (Hevea brasiliensis), árvore da família das Euforbiáceas.

Com o nome de Seringueiras o município foi criado pela Lei nº 370, de 13 de fevereiro de 1992, assinada pelo governador Oswaldo Piana Filho, com áreas desmembradas dos municípios de São Miguel do Guaporé e Costa Marques.

SÃO MIGUEL DO GUAPORÉ – Rondônia
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SÃO MIGUEL DO GUAPORÉ – Rondônia

São Miguel do Guaporé é um dos maiores municípios do interior do estado de Rondônia. Atualmente, ele é considerado o mais importante da região do Vale do Guaporé. A história do Município de São Miguel do Guaporé começou em 16 de junho de 1984, quando várias pessoas se reuniram com o Dr. João Bosco, executor do Projeto de Colonização Bom Princípio, para tratarem da criação de um patrimônio às margens da BR-429, que fazia ligação da Costa Marques à BR-364. O nome da cidade surgiu em função da existência do rio São Miguel, que fica próximo ao local. Segundo os habitantes da época, o lugar ia se chamar São Miguel do Oeste, mas já existia outra cidade com este mesmo nome, por este motivo não poderia ser utilizado novamente. Na época, foi sugerido que se usasse a expressão Guaporé, porque o rio São Miguel era um dos mais importantes afluentes do rio Guaporé. A sugestão foi aceita e, a partir deste momento a cidade passou a se chamar São Miguel do Guaporé.

SÃO FRANCISCO DO GUAPORÉ – Rondônia
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SÃO FRANCISCO DO GUAPORÉ – Rondônia

Para quem ama a natureza e adora a emoção da pesca esportiva e amadora, São Francisco do Guaporé é um sonho em biodiversidade, além de ser reconhecido mundialmente pela sua preservação, a natureza. O vale é ideal para a prática da pesca esportiva, ecoturismo e turismo cultural, ao longo do leito há uma boa infra-estrutura receptiva, com pousadas, barcos-hotéis, vila de pescadores, embarcação com piloteiros e guias de pesca.

SÃO FELIPE D’OESTE – Rondônia
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SÃO FELIPE D’OESTE – Rondônia

São Felipe D'Oeste surgiu de uma invasão de terras na Fazenda São Felipe, na década de oitenta, e após muitos conflitos ocorreu a desapropriação, através do Decreto nº 88.769, de 27 de setembro de 1983, assinado pelo Presidente da República João Batista Figueiredo, que declarou a área de interesse social.
Concretizada a distribuição dos lotes, os posseiros residentes decidiram que o nome São Felipe deveria permanecer na denominação do projeto de colonização implantado no município de Pimenta Bueno.
O projeto de emancipação tramitou na Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia com o nome de São Felipe D'Oeste, para diferenciar de município já existente no Estado da Bahia.
Em 22 de junho de 1994 foi criado o Município de São Felipe D'Oeste, através da Lei nº 567, assinada pelo Governador Oswaldo Piana Filho, com área desmembrada do Município de Pimenta Bueno.

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