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APIAÍ – SP
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maio 1, 2021maio 1, 2021

APIAÍ – SP

Conta-se que Francisco Xavier da Rocha, obrigado a fugir de Minas Gerais, onde havia sido Capitão-Mor de um de seus arraiais, por crime ali praticado, veio parar nestas regiões, ao sul, com 150 escravos, fundando então um pequeno povoado. Sabendo, por intermédio de um caçador de Itapetininga, da existência de ouro nas nascentes do Rio Apiaí (Rio Menino na língua Tupi Guarani), vindo então a estabelecer-se no lugar, de nome Capoeiras (hoje o Distrito de Araçaíba - Apiaí - SP), tendo depois seguido adiante fundando uma das primeiras povoações, que dariam origem ao Município de Apiaí, com o nome de santo Antônio das Minas.
A primitiva vila que deu origem à cidade de Apiaí, localizou-se em três lugares diferentes, sendo a mais antiga, hoje conhecido como Vila Velha dos Peões, distantes alguns quilômetros de Apiaí atual, compunha-se de escravos e aventureiros, dispostos a mudarem- se para o primeiro lugar lhes oferecessem melhores vantagens. Foi assim que à procura de ouro muitos foram estabelecer-se junto ao Morro do Ouro (localizado no centro do município), dando origem a outra povoação.
Mais tarde, correndo ali um desmoronamento em que cem pessoas morreram soterradas, paralisando-se a mineração, visto que o Morro estava com muitas escavações para a exploração do precioso ouro, podendo ocorrer novos desmoronamentos, mesmo porque não havia ouro em quantidade suficiente para satisfazer a ambição de todos os exploradores (ingleses, americanos e os japoneses), muitos abandonaram o lugar e outros embrenharam-se nas matas vizinhas dedicando-se a lavoura.
“O barro dá escondido. (...) Ele dá escondido, mesma coisa do ouro”, foi como a artesã Ana Gonçalves descreveu em 1989 a sua habilidade artística em cerâmica, na inscrição que está em uma placa no acervo da Casa do Artesão de Apiaí. Praticamente uma das maiores cidades do Alto Vale do Ribeira, Apiaí é um município de interesse turístico (é MIT desde junho de 2018) cuja importância regional está ligada tanto à produção de cimento industrial e cerâmica artística, como foi no passado, quando produziu jazidas de ouro.
Mas é exatamente nesses quesitos ligados à sua história é que essa cidade paulista, com uma população de 24,4 mil habitantes (pelo IBGE de 2019) e localizada a 320 km de São Paulo, mostra que sabe muito bem atrair turistas. E não são poucas as atrações de Apiaí.
A começar pela topografia (montanhosa, com declives e planaltos), por ter muitas grutas e cachoeiras, a cidade é rodeada pela maior área remanescente de Mata Atlântica do País e sua região é declarada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como Reserva da Biosfera do Patrimônio Mundial. O município está situado a 1050 m acima do nível do mar, sua riqueza paisagística se compõe de recursos naturais de rara beleza e não é à toa que é chamado de “O Portal da Mata Atlântica”.
Apiaí tem clima frio, muito úmido, chamado de subtropical temperado marítimo, sendo que em apenas duas ocasiões os apiaienses chegaram a ver queda de neve (em 1942 e 1975).
O ouro deixou de ser explorado somente em 1942. Apiaí possui hoje uma Reserva Biológica Municipal de 2.247 alqueires de área, para preservar o remanescente florestal e possibilitar atividades de turismo educacional. Apiaí fica no ponto mais alto da Serra de Paranapiacaba, é uma das portas de entrada para o PETAR (o Parque Estadual Turístico do Alto Vale do Ribeira), que recebe 42 mil pessoas anualmente, onde há rios, cachoeiras, 474 cavernas, biodiversidade e esportes radicais em meio à Mata Atlântica para fazerem a alegria de qualquer visitante.
Já na cidade, os turistas podem contar com hotéis, pousadas, restaurantes e opções de compras de peças artesanais e comidas típicas da região. Um dos equipamentos turísticos da cidade, a Casa do Artesão possui acervo de mais de 570 obras em cerâmica feitas por moradores da zona rural, onde também se podem comprar peças utilitárias e decorativas e até compotas de doces.
No Parque do Morro do Ouro, de 570 hectares, há trilhas e mirantes, além de ruínas das antigas minas de exploração do ouro, em Apiaí.
Principais Pontos Turísticos:
Núcleo Caboclos: O Núcleo Caboclos está localizado entre os municípios de Apiaí e Iporanga, situa-se na parte central do PETAR. O acesso ao núcleo, por veículos é feito por estrada não-pavimentada Banhado Grande – Espírito Santo, a partir do km 294 da rodovia SP-250, a 26 km e 37 km das cidades de Apiaí e Guapiara, respectivamente. Após 8 km situa-se a guarita de recepção e fiscalização do núcleo, nos limites do PETAR e mais 9 km chega-se ao núcleo, num percurso total de 17 km. Este núcleo fazia parte de um antigo caminho de tropeiros, com estradas que permitiam tráfego de carroças ou muares que possibilitavam o comércio de escambo entre o Vale do Ribeira e o planalto, da cidade de Iporanga até as cidades de Apiaí e Itapeva. A região adjacente ao Núcleo, com ênfase ao Morro do chumbo e a Mina do Espírito Santo, fez parte do ciclo de mineração do chumbo e da prata, a partir da 2ª metade do século XIX, sendo estudada por pesquisadores e viajantes de renome. Nos anos 30 (século XX) funcionaram, por pouco tempo as minas do Braço Pescaria e do Espírito Santo, onde ocorreu a primeira tentativa de instalação de uma metalurgia de chumbo no Brasil, em 1934. Embora tenha tido uma duração efêmera, representa um importante marco histórico. No local implantado o primeiro forno de fundição de chumbo do Brasil.
Núcleo Santana: O Núcleo Santana está localizado a 23 km do município de Apiaí. O acesso se dá por meio de estrada não–pavimentada, sendo 20 Km em estrada estadual até a entrada do núcleo e mais 3 km dentro do parque, que podem ser feitos de automóvel até o estacionamento, que é próximo aos quiosques dos monitores, de onde saem os passeios. O núcleo foi inaugurado em 1989, mas é certo que desde a década de 50, a caverna Santana (nome atribuído em homenagem a Sant’Ana, maior símbolo católico da região), possuía visitação constante de estudiosos e pesquisadores. Este é o Núcleo que recebe o maior fluxo de visitantes do PETAR (cerca de 80%). A caverna de Santana, que dá nome ao Núcleo, é o seu principal atrativo, tanto pela sua extensão quanto pela beleza de suas ornamentações.
Caverna Santana: A trilha que leva à Caverna Santana é de fácil acesso tem aproximadamente 200 metros do quiosque dos monitores, sendo permitida a entrada de crianças e idosos. Ela tem cerca de 6 km de extensão, no entanto, apenas 500 metros formam um circuito turístico, cujo monitoramento é obrigatório. Este circuito tem duração média de 01 hora e meia. No interior da caverna existem escadas e pontes de bambu e madeiras para facilitar o acesso dos visitantes.
Cachoeira Andorinha e Beija Flor: Para se chegar nessas cachoeiras é necessário percorrer uma trilha de 4200 metros, que saí do quiosque dos monitores, subindo o Rio Betari, um dos mais belos rios da região. Durante a trilha, o visitante terá que atravessar o rio várias vezes, o que deixa a caminhada mais excitante e divertida.
Núcleo Ouro Grosso: O Núcleo está localizado a 25 Km do município de Apiaí, no Bairro da Serra, pertencente ao município de Iporanga. Foi inaugurado em 1998, coincidindo com a comemoração dos 40 anos do PETAR. O Núcleo é voltado para a Educação Ambiental, possuindo um alojamento para 46 pessoas com infraestrutura de sanitários, chuveiros, cozinha, centro de visitantes, museu tradicional e a casa de farinha. No centro de Visitantes são desenvolvidas atividades de divulgação da Unidade de Conservação, atividades culturais locais, cursos e programas de educação ambiental.
Caverna Ouro Grosso: Do núcleo até esta caverna são apenas 200 metros. Esta caverna é perigosa, segue o curso de um rio subterrâneo, bastante acidentado, em alguns lugares formam-se piscinas com até 2 metros de profundidade. Em algumas galerias é preciso de corda para vencer os obstáculos. Para quem gosta de adrenalina e está acostumado com ambientes perigosos esta é a caverna certa!
Morro do Ouro: A Mata Atlântica, onde está localizada Apiaí, é considerada uma das mais ricas áreas em diversidade e endemismo biológico do Planeta. Originalmente, cobria em torno de 15% da superfície do Brasil, numa faixa que se estendia do Sul ao Nordeste do país. Hoje, somente 8,8% dessa área é remanescente. As variações de altitude, aliadas ao clima úmido, às altas temperaturas e à abundância de mananciais de água, acabaram por formar um ecossistema de grande biodiversidade, com altos índices de endemismo. Em sua área são encontradas 436 espécies de aves, com destaque para o papagaio de cara roxa ou chauá, variada fauna aquática, com exemplos de endemismo, como o bagre-cego, e vários mamíferos, como o macaco-muriqui, o veado mateiro e o mico-leão de cara preta. Os dois últimos, recentemente descobertos (1990), já estão ameaçados de extinção. Além dessas, várias outras espécies de plantas e de animais têm o seu habitat exclusivo nessas áreas. São mais de trezentas cavernas na região, uma das maiores concentrações do Brasil, algumas reconhecidas internacionalmente por sua beleza e interesse científico. Pode-se citar a Casa de Pedra, com portal de entrada de 215 metros de altura e a caverna Santana, que apresenta grande diversidade de espeleotemas. Inúmeras cachoeiras pontuam o curso dos rios que correm para a serra do mar. Na zona da costa, além de mais de dois mil quilômetros de mangues intocados, há ilhas com praias e dunas antigas, além de ilhas rochosas, onde pode ser encontrada uma impressionante riqueza de fauna marinha.
Casa do Artesão Um dos lugares mais importantes a serem visitados em Apiaí, tanto pelo interesse histórico, quanto pelos atrativos artísticos, é um casarão do início do século XX, situado à Praça Jonas Dias Batista, nº 9, no Centro da cidade, onde está localizado o Museu “Casa do Artesão”. Nesse local vem sendo preservado um acervo de 570 peças em cerâmica, produzidas por pessoas simples da Zona Rural, composto de figuras zoomórficas, urnas, potes e moringas das mais variadas formas e dimensões, que atraem a atenção de pesquisadores, estudantes, artesãos e turistas de todo país. Além do aspecto cultural do Museu, de relevante importância histórica, por ter sido abrigo de soldados durante a Revolução de 1930, há que se considerar a arquitetura dos casarões construídos no início do século XX: fachada com janelas e portas de grandes dimensões, pé direito alto, salas amplas, e o ar de um passado romântico, típico do interior paulista.
Na Casa do Artesão, o visitante poderá adquirir peças utilitárias e decorativas em vários materiais, e também produtos alimentícios artesanais, como compostas e licores. Vale a pena conferir.
Monumento: A Conquista da Lua Devido ao grande acontecimento que foi o homem pisar na Lua, em 20 de julho de 1969, o prefeito Sr. João Cristino dos Santos, popularmente conhecido como Seu Janguito, mandou construir um monumento em homenagem ao acontecimento. Ali está representada a lua em se quarto crescente (fase da lua no ocorrido) e no aniversário do município daquele ano (1969), inaugurou-se o monumento com uma placa com os seguintes dizeres: “Apiaí aclama os conquistadores da Lua. 20 de julho de 1969”. Essa manifestação municipal teve grande repercussão, tendo o prefeito recebido da NASA, um ofício autografado pelos tripulantes da Apollo II. O conteúdo afirmava que Apiaí era o único município brasileiro a comemorar com um monumento. O tal ofício, por ser de grande valor foi emoldurado e deixado no Museu Municipal. Um certo tempo depois, no entanto, desapareceu.
Coreto: O primeiro coreto foi construído no ano de 1929, pelo então prefeito, Sr. Cândido Dias Batista, sendo na época o principal monumento de Apiaí e muito bem frequentado, pois sempre havia apresentação da Banda e era um verdadeiro ponto de encontro para os moradores de Apiaí. Em 1950 o prefeito Tharcílio Pacheco de Carvalho mandou demoli-lo por não reconhecer a importância daquela obra arquitetônica. Somente no ano de 2000, na gestão de Donizzetti Borges Barbosa, é que o Coreto foi reconstruído exatamente como era no princípio, no mesmo local Praça Jonas Dias Batista, com o objetivo de resgatar a cultura e história de Apiaí.

APARECIDA – SP
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abril 30, 2021abril 30, 2021

APARECIDA – SP

Quando o assunto é turismo religioso e devoção de fé, o destino mais lembrado por todos no Brasil é da estância turística de Aparecida, que leva este nome por causa da Nossa Senhora Conceição Aparecida, padroeira do Brasil. Segundo o IBGE/2020, a população estimada é de 36.185 pessoas e este destino recebe mais de 15 milhões de visitantes por ano, em especial em 12 de outubro, feriado nacional.
Este dia foi escolhido, pois a cidade já contava com outros fatos importantes, como a chegada de Cristóvão Colombo às Américas, em 12 de outubro de 1492, e no ano de 1822, no mesmo dia, após a independência do Brasil, a nação ganhou seu primeiro imperador, Dom Pedro I.
Situada na Região Metropolitana do Vale do Paraíba como o principal local do Circuito de Fé, Aparecida tem sua localização privilegiada no interior de São Paulo, a 168 km de distância da Capital, cortada pela Via Dutra, importante rodovia brasileira, e está entre São Paulo e Rio de Janeiro. A “Capital Mariana da Fé” é o maior ponto turístico religioso do Brasil e um dos principais da América Latina.
Com 392,2 m de comprimento, a Passarela da Fé é o caminho entre a Basílica Velha e o Santuário Nacional. O grande atrativo do município é o Santuário Nacional, sendo o maior santuário mariano do mundo, segunda maior basílica e um dos cinco mais visitados. Aqui nesta estância, foi construído em 1955 para abrigar a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
Vale lembrar que quando os visitantes vão em direção ao estacionamento, encontram o Presépio que abriga esculturas que reproduzem importantes fatos histórico-religiosos do nascimento de Jesus Cristo e outras representações, como o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida nas águas. Próximo ao Santuário, está localizada a Passarela da Fé, grande atrativo com 392,2 metros de comprimento e 35 de altura, que segue para a parte alta da cidade e seu formato em S é uma homenagem à padroeira. Vale dizer que muitos devotos pagam suas promessas atravessando a Passarela de joelhos.
Ainda próximo ao Santuário, tem o Teleférico que também liga a parte alta da cidade onde está a Basílica Velha, marco histórico da cidade, construída em 1745, em um estilo barroco. Foi o primeiro local a abrigar a imagem da Nossa Senhora e é um dos lugares mais visitados pela sua importância e história. Seu tombamento oficial pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) aconteceu em 18 de abril de 1982. O Morro do Presépio, inaugurado em 2006, fica nos pátios do Santuário Nacional, com mais de 70 esculturas.
Mas as atrações de Aparecida não param por aí: o Morro do Cruzeiro é um ponto de peregrinação com esculturas que representam as estações da via sacra; o Memorial Redentorista abriga um museu, a Capela Memorial Redentorista e a Capela em homenagem ao Padre Vítor, conhecido como Apóstolo do Rádio e está em processo de beatificação; o Mirante da Santa, localizado no alto do morro da Rua Antônio Bittencourt da Costa, com seus 17,6 metros de altura é considerado o maior monumento dedicado à Aparecida no mundo; no Porto Itaguaçu o visitante pode andar de barco pelo Rio Paraíba do Sul, local onde foi encontrada a imagem; já no caminho do Porto, encontra-se o Mirante das Pedras, com a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de 1,8 m e a bela vista da várzea onde corre o Rio Paraíba e a Serra da Mantiqueira.
Antes de ir embora, o turista não pode deixar de comprar as lembrancinhas de Aparecida na Feira Livre. Gosto para todos. A história da cidade está ligada com a fé e tudo começou quando o Conde de Assumar estava de passagem pela Vila de Guaratinguetá a caminho de Vila Rica, onde está o atual município de Ouro Preto, para assumir o cargo de Governador da Capitania das Minas Gerais. O povo decidiu fazer um jantar para o Conde, três pescadores foram para o Rio Paraíba do Sul pescar para providenciar o jantar, quando estavam quase desistindo, já que não tinham conseguido nenhum peixe, encontraram a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e, logo após a descoberta da imagem, conseguiram tantos peixes que o barco quase afundou.
Este acontecimento é considerado a primeira intercessão de Aparecida. A imagem da padroeira ficou na casa de um dos pescadores até 1745, quando foi construída a capela no Morro dos Coqueiros. Os milagres atribuídos à Santa foram constantes que originaram a criação de uma freguesia de Guaratinguetá, batizada de Aparecida.
A peregrinação dos fiéis aumentou bastante e, em 1888, foi construída a Basílica Velha ou Matriz Basílica e alguns anos depois, em 1928, ganhou sua emancipação e o Santuário Nacional em 1955. Desde 1980, quando o Papa João Paulo II consagrou a Basílica, 12 de outubro é comemorado o dia da padroeira do Brasil. Principais pontos de visitação e lazer: Basílica Velha A primitiva Capela de Nossa Senhora da Conceição Aparecida construída pelo padre José Alves Vilela em 1745 passou por duas reformas a primeira entre 1760 e 1780 quando recebeu nova fachada com duas torres e a Segunda entre 1824 e 1834. Atualmente a basílica velha está passando por uma nova reforma.
Em 1844 uma das torres não oferecia segurança. A Mesa Administrativa que cuidava dos bens da Capela pediu em julho do mesmo ano ao mestre de obras José Melo Costa que verificasse seu estado. Constatado o perigo a Mesa decidiu então demolir a torre e construir outra onde o término de sua construção ocorreu somente 19 anos depois em janeiro de 1864. A igreja que foi construída em estilo Barroco ostenta sua artística e vistosa fachada com suas duas torres seu altar-mor e o retábulo foram esculpidos em mármore de Carrara as figuras também em mármore que encimam o altar representam as virtudes.
A Basílica Velha foi tombada como monumento de interesse histórico-religioso e arquitetônico pela resolução n° II de 18 de abril de 1982. O som de seus carrilhões emociona devotos e turistas sempre às 12 e 18 horas. Basílica Nova O projeto elaborado pelo arquiteto Benedito Calixto de Jesus Neto tem 173 metros de comprimento por 168 metros de largura foram utilizados em sua obra mais de 25 milhões de tijolos e cerca de 40.000 m3 de concreto em uma área total construída de 23.000 m2 sendo a área construída coberta de 18.000 m2. A Basílica Nacional de Aparecida tem capacidade de abrigar 75 mil pessoas possui a forma de uma Cruz Grega e suas naves possuem uma altura de 40 metros a cúpula mede 70 metros de altura com um diâmetro de 78 metros e sua torre mede 100 metros de altura.
O Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida recebe atualmente cerca de 75 milhões de peregrinos por ano. Estação Ferroviária: Edificação em estilo Neo Clássico construído pela Estrada de Ferro Central do Brasil no Ramal de São Paulo; passando posteriormente para Rede Ferroviária Federal S.A. e privatizada atualmente para M.R.S. Logística. A primeira romaria composta por quatro trens veio da cidade de São Paulo e dela participaram 5.000 peregrinos. Dois trens da Central do Brasil um de São Paulo Railway e um da Paulista. A peregrinação chegou ao Santuário de Aparecida em 08 de setembro de 1935.
Refesa: HISTÓRICO DA LINHA: Em 1869 foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba a E. F. do Norte (ou E. F. São Paulo-Rio) que abriu o primeiro trecho saindo da linha da S.P.R. no Brás em São Paulo e chegando até a Penha. Em 12/05/1877 chegou a Cachoeira (Paulista) onde com bitola métrica encontrou-se com a E.F. Dom Pedro II que vinha do Rio de Janeiro e pertencia ao Governo Imperial constituída em 1855 e com o ramal que saía do tronco em Barra do Piraí Província do Rio atingindo Cachoeira no terminal navegável dois anos antes e com bitola larga (1 60m).
A inauguração oficial do encontro entre as duas ferrovias se deu em 8/7/1877 com festas. As cidades da linha se desenvolveram e as que eram prósperas e ficaram fora dela viraram as Cidades Mortas... O custo da baldeação em Cachoeira era alto onerando os fretes e foi uma das causas da decadência da produção de café no Vale do Paraíba. Em 1889 com a queda do Império a E.F.D.Pedro II passou a se chamar E.F. Central do Brasil que em 1890 incorporou a E.F. do Norte com o propósito de alargar a bitola e unificá-las. Os trabalhos começaram em 1902 e terminaram somente em 1908.
Em 1957 a Central foi incorporada pela Refesa. O trecho entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado no fim dos anos 80 pois a construção da variante do Parateí mais ao norte foi aos poucos provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro de 1998 o transporte de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado com o fim do Trem de Prata mesmo ano em que a MRS passou a ser a concessionária da linha. O transporte de subúrbios existente desde os anos 20 no ramal continua hoje entre o Brás e Estudantes em Mogi.
Morro do Cruzeiro: Morro de peregrinações com as estações da Via Sacra com 680 metros de altura oferece uma excelente vista da cidade e parte da região. O local é arborizado com gigantescas arvores o que empresta um delicioso perfume às primeiras horas da manhã. No percurso há 13 capelas em estilo neoclássico antigas que abrigam os passos da Via Sacra. Lá no alto na década de 20 foi implantada uma enorme cruz pelos missionários Redentoristas durante as Santas Missões. Na esplanada posterior fica o Sepulcro com a imagem do Cristo morto. É importante notar durante a subida a quantidade de placas espalhadas pelo local atestando a fé e o agradecimento dos peregrinos pelas graças alcançadas.
Porto de Itaguaçu: Local onde foi encontrada a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de grande peregrinação para o qual centenas de romeiros afluem afim de conhecer a história de onde tudo começou. O Porto Itaguaçu pertence a Arquidiocese foi inteiramente remodelado e apresenta infraestrutura condizente com o fluxo de visitantes. Possui um marco esculpido pelo artista aparecidense Chico Santeiro no local há algumas barracas e um barco para passeio pelo Rio Paraíba.
Terminal Ferroviário Inaugurado em 07 de setembro de 1971 na gestão do então prefeito Manoel Alves Nunes e do presidente da Câmara Municipal Pedro Gussain projeto do arquiteto Waldson Alves, possuí mais de 50 lojas de roupas lembranças lanchonetes diversões eletrônicas bomboniere relojoaria revistas e mais de 10 guichês de agências de ônibus. Possui dois andares em forma circular situada no Centro de Aparecida à Praça Francisco A. Julinanelli frente para a Praça Dr. Benedito Meirelles (São Benedito) fundos para a Rua Aristídes de Andrade tendo ao lado esquerdo a Rua São José.
Igreja de São Benedito Foi inaugurada em 1924 e tem proporção modesta e encimada por uma única torre campanário. Tem como seu maior destaque as figuras de anjos, esculpidas por Chico Santeiro, que enfeitam a porta e os berais da igreja. Apesar de modesta, a igreja de São Benedito transforma-se durante a festa de seu padroeiro, quando se torna o maior centro de manifestações folclóricas-religiosas do Vale do Paraíba, recebendo milhares de peregrinos devotos do santo de todos os cantos do país. São Bendito nasceu na Itália e sua fé e dedicação aos pobres fez dele um dos santos mais venerados do Brasil.
Relógio das Flores: O primeiro relógio de flores do Vale do Paraíba, com 9m de diâmetro, foi inaugurado em 2 de dezembro de 2003, na Praça Victor Coelho de Almeida. Nele estão plantadas mais de quatro mil mudas de todo o Brasil. Junto ao relógio estão dois belíssimos painéis que retratam um pouco da história da cidade.
Mirante das Pedras: Um belo e aprazível recanto de pedras afloradas no caminho do Porto Itaguaçu possibilitando a contemplação da várzea onde corre o Rio Paraíba e da Serra da Mantiqueira moldurando a paisagem.

O local tem como atração principal a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida medindo 1,80m de altura possibilitando ao devoto tirar fotografias ao lado da Santa.

ANHEMBI – SP
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abril 30, 2021abril 30, 2021

ANHEMBI – SP

Fundada às margens do Rio Tietê, Anhembi está a 240 km de São Paulo e faz parte do Roteiro Turístico Polo Cuesta. A cidade, com cerca de seis mil habitantes (IBGE, 2019), encanta seus visitantes com suas tradicionais festas, beleza natural e hábitos culturais.
A cidade que se tornou MIT (Município de Interesse Turístico) em maio de 2019, hoje é conhecida pelo país todo pela Festa do Divino, maior evento turístico religioso da cidade que recebe anualmente cerca de 50 mil pessoas, que enchem as ruas em um ato de fé e devoção ao Espírito Santo. As festividades são realizadas há mais de 150 anos e faz parte do calendário oficial de eventos do Estado de São Paulo desde a década de 80.
Todos os anos fiéis passam de casa em casa levando a bandeira do Divino e cantando músicas tradicionais. A peregrinação dura nove dias e o ápice da festa ocorre após a missa quando as pessoas vão à cerimônia do Encontro das Canoas, onde é realizada a travessia do Rio Tietê, utilizando barcos e dois batelões. A festa ainda conta com fogos de artifício que simbolizam o Pentecostes, a vinda do Espírito Santo. Ainda sobre as atividades religiosas da cidade, a Casa do Divino Espírito Santo, sede da Irmandade do Divino, onde acontecem as festas religiosas, bingos e leilões de gado.
É também o local onde se pode encontrar um acervo de quadros com fotografias que retratam a história da Festa do Divino e o Altar do Divino com suas bandeiras e fiéis. Para os mais aventureiros, a cidade conta com alguns projetos como o Cuesta Ciclo turismo, uma iniciativa do Polo Turístico Cuesta, que nada mais é do que uma variedade de roteiros para viagens de aventura utilizando bicicletas. O projeto também possui outras modalidades, como roteiros para viagens de mochileiros, cavaleiros e pilotos automobilísticos. A Travessia Cuesta de Ciclo turismo é formada por onze etapas, 520 km de percurso no total.
Todos os roteiros são autoguiados e possuem sinalização personalizada. O trajeto ainda passa por doze cidades e vilarejos que fazem parte do Polo Turístico Cuesta. Todo o percurso é repleto de paisagens únicas, tornando a aventura muito mais especial. Para quem busca um turismo mais histórico, a estação de Piramboia é um importante ponto a se conhecer. Inaugurada em 1888, a estação é um dos prédios mais antigos da cidade, no qual ainda se nota traços da antiga arquitetura da Sorocabana. O monumento já foi um dos principais meios de transportes ferroviários do Brasil e hoje é um marco histórico de Anhembi.
Às margens da represa de Barra Bonita, o Anhembi Camping é uma boa opção para os amantes da natureza. Além de estar rodeado por uma imensa área verde, turistas e moradores podem pescar e praticar esportes náuticos. O local foi inaugurado em 1998, com a intenção de atrair mais visitantes e proporcionar lazer para os moradores. Anhembi foi fundada pelos Bandeirantes, à margem esquerda do Rio Tietê, a 240 km de São Paulo, faz parte do Roteiro Turístico Polo Cuesta, atualmente a cidade é conhecida pela Festa do Divino, uma procissão de barcos no Rio Tietê que atrai milhares de pessoas para o encontro da Irmandade do Divino Espírito Santo, perpetuando uma das festas mais tradicionais o Estado de S. Paulo.
O Rio Tietê proporciona também momentos de lazer e pesca para toda a família, com toda a segurança e qualidade de vida do interior. “Os turistas poderão desfrutar bons momentos e encontrar no município uma beleza cênica única, com vários recursos naturais e culturais, proporcionando qualidade de vida”. Rotas Turísticas: Cultural, Religiosas e Históricas. A estação de Pirambóia foi inaugurada em 1888, a impressão que se tem, pelo seu estilo, é que se trata de um prédio dos mais antigos que sobreviveram da antiga arquitetura da Sorocabana. Na sua fachada há uma placa de bronze, de 1997, citando o prédio como importante para o progresso do distrito, por ser uma construção que representa a época onde o transporte ferroviário era o mais utilizado no Brasil.
A Casa do Divino Espírito Santo, sede da Irmandade do Divino onde acontecem as festas religiosas, bingos leilões de gado. Neste local também encontramos um acervo de quadros com fotos retratando toda a história da Festa do Divino e o Altar do Divino com suas bandeiras. Casa das Canoas, as margens do Rio Tietê, ela abriga as canoas utilizadas pelos irmãos durante a peregrinação, para viagens pelo rio Tietê, que são dois batelões. As Lagoas do Tietê, além de proporcionar uma paisagem maravilhosa às margens do Rio Tietê, fazem desse local uma grande área de lazer a céu aberto para os turistas e comunidade local. A Água sulfurosa, localizada a poucos km do município, sai de um cano formando uma piscina natural ótima para a saúde, circulação e para a pele e próxima a água sulfurosa encontra-se uma cachoeira com aproximadamente 30 m de queda.

ANGATUBA – SP
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abril 28, 2021abril 28, 2021

ANGATUBA – SP

Angatuba é um município do interior de São Paulo com pouco mais de 22 mil habitantes. A cidade se destaca pelas riquezas naturais.
São mais de 20 cachoeiras e várias trilhas que atraem turistas aos fins de semana.
A cachoeira dos Mineiros está localizada no bairro com o mesmo nome, a cerca de oito quilômetros do centro da cidade. É a mais conhecida e frequentada entre todas da cidade. O local conta com trilha ecológica preservada e a principal atração é a cachoeira de 18 metros de altura.
Os visitantes não precisam pagar para entrar no local. Além do banho de cachoeira, os turistas também aproveitam a área para fazer pique niques e atividades físicas como alongamentos e caminhadas. Nos feriados e fins de semana de calor, o local recebe chega a receber mais de 300 pessoas.
A Cachoeira das Correntes tem 25 metros e nela é possível a prática de esportes radicais como rapel e escalada.
Na Cachoeira da Macumba também é possível fazer trilha. Todas ficam no bairro dos Mineiros. O acesso é feito pela SP 268, rodovia Ciríaco Ramos. A visitação é gratuita.
As demais cachoeiras ficam em áreas particulares. A maioria na Fazenda do Estado e depende de autorização para visitação por estar em área de preservação. As belezas naturais da cidade atraem turistas de todo estado. A cidade chega a receber mais de 50 mil turistas por ano.

ANDRADINA – SP
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abril 28, 2021abril 28, 2021

ANDRADINA – SP

A fundação de Andradina foi idealizada, em 1932, pelo fazendeiro Antônio Joaquim de Moura Andrade, maior criador de gado do Brasil que tinha a alcunha de Rei do Gado. O nome do município é uma homenagem a ele. Andradina ganhou autonomia administrativa em 1938, quando foi desmembrada de Valparaíso e elevada à condição de município.
Ainda foi desmembrada várias vezes, perdendo parte de seu território para a formação dos novos municípios de Guaraçaí, Algodoal Castilho e Nova Independência. A colonização de Andradina não surgiu ao acaso, foi idealizada desde 1932 quando o maior fazendeiro do estado de São Paulo, Antônio Joaquim de Moura Andrade (O eterno Rei do Gado), planejou a construção de uma nova rota interligando o trecho entre as estações de Guaraçai e Paranápolis na Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.
Seu desejo pela urbanização era tanto que encomendou ao engenheiro Benelow & Benelow a elaboração de um projeto para a urbanização da futura comunidade. Devidamente planejada, a cidade surgiu em 11 de julho de 1937, com uma área de 2.713 Km2, fundada, na época, por seu idealizador. Em homenagem a seu criador a cidade passou a ser conhecida desde então como a Terra do Rei do Gado. Cinco meses após ter formado o povoado, Andradina foi elevada a Distrito, pela Lei nº 3.126 de 10 de novembro de 1937.
No ano seguinte, seu quadro territorial foi fixado, a comarca estabelecida e instalada no Grupo Escolar Dr. Álvaro Guião. O Batismo oficial do município e a posse do primeiro Prefeito nomeado Sr. Evandro Brembati Calvoso ocorreram em 10 de janeiro de 1939.
Centro Cultural Pioneiros de Andradina: mais conhecida como a velha Estação Ferroviária - é, sem dúvida, o cartão postal de Andradina. Possui um teatro (externo) de arena circunflexo, onde já ocorreram festivais, shows, musicais, danças. Além disso, apresenta um teatro interno, uma biblioteca e uma pinacoteca, onde são exibidos quadros de diversos artistas

ANALÂNDIA – SP
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abril 28, 2021abril 28, 2021

ANALÂNDIA – SP

Em 1887, os primeiros povoadores deliberaram a construção de uma capela, cuja pedra fundamental foi lançada a 23 de outubro, sob a invocação de Sant'Ana. Em 1890, foi elevado a Distrito de Paz, com o nome de Anápolis, em homenagem à padroeira da localidade. Devido à dualidade de nomes entre municípios brasileiros foi alterada a denominação de Anápolis para Analândia, que significa “terra de Ana”. Devido à qualidade de sua água e principalmente do seu clima, o município passou à categoria de estância climática em 1966. Analândia se destaca por suas opções para o turismo de aventuras e ecoturismo no estado de São Paulo. Analândia é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual.
Principais Pontos Turísticos - Morro Cuscuzeiro: O Cartão Postal da Estância Climática de Analândia no interior do Estado de São Paulo, visitado por alpinistas de todo o Brasil e também do mundo, a cada ano o Morro Cuscuzeiro se torna mais conhecido.
Cachoeiras: Analândia é uma região de importantes mananciais com riachos e belas cachoeiras. Pela facilidade de acesso, entre as mais procuradas, está a corredeira da Ponte Amarela situada no riacho que corta o Recanto Som Das Águas. Neste local, existem muitas “banheiras de hidromassagem naturais” e também uma piscina natural, alegria da garotada.
As cachoeiras da Bocaina e da Pedra Vermelha também emoldurada por uma vegetação exuberante, são ideais para esportes de aventura e contemplação da natureza. Pertinho da cachoeira da Bocaina, está a Garganta do Cânion do Feijão, um precipício de mais de 80 metros que é formado por um paredão de arenito vermelho e negro com 12 Km de extensão.
Orquidário e Estação. Ferroviária: Pertinho da Fazenda Pedra Vermelha, fazenda centenária com paisagens exuberantes, há um orquidário aberto à visitação.
Nessa mesma estrada fica a antiga Estação Ferroviária de Anápolis (antiga denominação da cidade). O local foi comprado e recuperado por particulares e abriga um vagão original da Maria Fumaça que circulava no ramal.
Outra dica é aproveitar o comércio do Calçadão no centro da cidade, com feirinha de artesanato nos finais de semana e feriados.
Salto Major Levy e Saltinho Salto formado por queda d’água de 25 metros, localizada no Rio Corumbataí, na entrada da cidade, o Salto Major Levy também é considerado um dos Cartões de Visita da Cidade. Logo acima outra pequena queda d’água, o Saltinho, também encanta os observadores por sua beleza e transmitir tranquilidade.
No local existe toda infraestrutura e área para observação. Grande Canyon Bocaina É um enorme Canyon, com paredes verticais de arenito vermelho e negro, localizado na cachoeira Bocaina. O visitante com tempo poderá localizar pinturas rupestres nesses paredões.
Fonte da Saúde Recanto da Saúde, ou popularmente conhecido como parque da Caixa D’água. Parque municipal que oferece em sua infraestrutura, uma piscina, lago, quadras de areia, um palco para shows, restaurante/lanchonete, bosques, área para camping, mesas e churrasqueiras para piquenique, e a fonte de água de São Francisco, popularmente recomendada para quem sofre de diabetes, muito procurado e movimentada durante o verão.
Igreja Matriz de Sant’Ana Cuja pedra fundamental foi lançada em 23 de outubro de 1887. Está localizada na praça dos expedicionários e guarda além da sua arquitetura original, belas imagens sacras.
Prédio da Cadeia Pública Arquitetura colonial. Construído em 1908 ainda mantém seus traços da arquitetura daquela época. É uma das construções mais antigas da cidade, depois da Igreja Matriz. Funcionou como delegacia e cadeia até 1989. Em 2003 voltou a funcionar como delegacia de polícia após uma reforma que preservou a sua arquitetura original.

AMPARO – SP
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abril 28, 2021abril 28, 2021

AMPARO – SP

Passear pelas ruas da pequena e charmosa Amparo é como fazer uma viagem ao período do Ciclo do Café.
O colorido casario colonial do século 19 abriga museus, espaços culturais e escolas, além de emoldurado por belas igrejas neoclássicas. Nas montanhas que contornam a cidade, bons hotéis e pousadas convidam ao descanso, enquanto as fazendas centenárias abertas à visitação garantem a boa mesa. Para quem viaja com os pequenos, duas boas dicas: o Parque Ecológico Municipal, com área verde, orquidário e observatório; e o Centro Hípico Hipocampo, com um lido parque aberto ao público e, claro, passeios a cavalo por trilhas nas redondezas.
Para conhecer um pouco da história da região visite o Museu Bernardino de Campos. O acervo é formado por cinco mil peças dos séculos 19 e 20 doadas pelos próprios moradores. Entre as relíquias estão uma concertina - instrumento musical do estilo do acordeão - frascos de lança-perfume, palmatórias e armas usadas na Revolução de 1932.
Nem só de história vive Amparo. Arte e cultura também movimentam a cidade e atraem os turistas. Em julho, o Festival de Inverno tem programação intensa de shows musicais, apresentações teatrais e sessões de cinema na praça. Quem chega para a festa aproveita para conferir as novidades da Casa do Artesanato, que ocupa a antiga estação de trem. O local abriga os trabalhos produzidos pelos moradores da cidade, como bonecas de pano.
Já obras em cerâmica, louça, cristal e vidro estão à vendas nas dezenas de lojinhas espalhadas pelo município de Pedreira, no caminho para Jaguariúna. Amparo que faz parte do Circuito das Águas Paulista é possível apreciar uma mistura do novo com o antigo. O Turismo Rural se destaca pela visitação a essas antigas fazendas. Os turistas poderão conferir lavouras de café ao lado de edificações modernas e arrojadas. Como fazendas são aquelas que ainda mantêm uma construção Histórica da Época Áurea, preservam o cultivo agrícola e a criação de animais, os maquinários rurais, uma paulista culinária do Fogão a lenha.
O Parque Ecológico Municipal, observatório Astronómico e o Museu Histórico Bernardino de Campos. A Estação Ferroviária da Companhia Mogiana, foi inaugurada em 1875, e era parte do Ramal que ligava Jaguariúna à Socorro. O Ramal foi extinto em 02 de janeiro de 1967, com a última partida do trem misto que veio de Monte Alegre do Sul às 16:00 hrs. A inauguração da Estação foi feita pelo Presidente da Província Dr. Sebastião José Pereira que chegou em Amparo às 15:00 hrs de 15 de novembro de 1875, acompanhado da Diretoria da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.
Naquela ocasião, a Estação foi benta pelo vigário Antônio José Pereira e discursaram, entre outros, os doutores Bernardino de Campos e Francisco Glicério. Hoje o prédio da estação: abriga a Pinacoteca, o Centro de Informações Turísticas e Culturais e a Casa do Artesanato. O prédio que servia de moradia ao chefe da Estação, abrigou por muito tempo a Pinacoteca Municipal. Praça Pádua Salles – Largo da Estação, centro de lazer onde se encontram vários marcos da cidade como o Monumento aos Expedicionários, o Índio e o Obelisco do Centenário da Independência do Brasil. Centro de Informações Turísticas e Culturais, a Casa do Artesanato, a Pinacoteca e a Rádio Cultura.

AMERICANA – SP
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abril 28, 2021abril 28, 2021

AMERICANA – SP

A cidade está localizada na bacia do rio Piracicaba, que se forma em Americana, na junção dos rios Atibaia e Jaguari.

O rio Atibaia forma a Represa de Salto Grande, onde se encontra a Usina Hidrelétrica de Salto Grande, em operação desde 1949 com três unidades geradoras. Há também inúmeros córregos e ribeirões, sendo o ribeirão Quilombo o principal deles.

Os primeiros registros sobre a ocupação do território de Americana datam do final do século XVIII e fazem menção a Antônio Machado de Campos, Antônio de Sampaio Ferraz, Francisco de São Paulo e André de Campos Furquim, que se estabeleceram nas terras de Salto Grande, distribuídas ao longo das margens dos rios Atibaia e Jaguari, afluentes do Rio Piracicaba.

Cultivavam a cultura de cana de açúcar e aguardente. Em meados do século passado, crescia o plantio de café e em seguida o de algodão, juntamente com as famosas melancias do tipo Cascavel da Geórgia. A construção da Companhia Paulista de Estrada de Ferro, iniciativa dos fazendeiros de café da região, facilitava o escoamento desses produtos regionais.

Nesse período, com o loteamento de terras ao redor da estação, pelo Capitão Ignácio Correa Pacheco, formou-se o 1º Núcleo Urbano. A estação de Santa Barbara, como se chamava no início, teve sua inauguração em 27 de agosto de 1875, com a presença de D.Pedro II.

A imigração norte americana, a partir de 1865, marca um período de desenvolvimento no campo da agricultura, com o aprimoramento do cultivo do algodão, da educação e em atividades médicas e odontológicas.

Os imigrantes italianos (1887) muito colaboraram nos serviços da lavoura, e posteriormente na indústria têxtil. Construíram a 1ª Igreja de Americana em meados de 1896. Destacam-se também os imigrantes alemães, com sua Mão de obra especializada, principalmente a família Müller, que com sua visão social democrata, idealizou a vila operária Carioba nas primeiras décadas do século e impulsionou a industrialização do nosso município e da região. Na década de 1930 iniciou-se em Americana a modalidade de trabalho à fação, o que caracteriza o desenvolvimento da cidade baseado num grande número de pequenas empresas têxteis. Americana passou a ser conhecida como a Capital do Rayon e um dos mais importantes pólos têxteis do país.

Teatro Municipal “Lulu Benencase”: Em funcionamento desde 1988, o Teatro Municipal Lulu Benencase possui capacidade para 842 lugares. Dirigido a grandes espetáculos teatrais, musicais, festivais, atividades de cunho social da cidade e região. Dispõe de 08 camarins, sistema de som e luz, acesso para deficientes físicos, poltronas especiais, ar condicionado, bomboniere e bilheteria informatizada.

Teatro de Arena Municipal “Elis Regina”: Construído em 1981, remodelado e reinaugurado em 22 de setembro de 2004. Oferece 1100 cadeiras na platéia coberta, 02 camarins e amplo estacionamento. Direcionado a espetáculos musicais, de dança e eventos em geral.

Observatório Municipal de Americana – OMA:  Inaugurado em agosto de 1985, é o segundo observatório municipal implantado no Brasil. Possui uma cúpula de 4,50m de diâmetro e um terraço para observações a céu aberto. Seu telescópio é o 2° maior do estado. É dotado de biblioteca, sala de aula, laboratório fotográfico e do Museu do Tempo. Oferece cursos, projeções, palestras e exposições relacionados a astronomia e ciência espacial.

Estação Cultura Americana: Inaugurada em agosto de 1875, com a presença do imperador Dom Pedro II, a antiga Estação da Fepasa foi um importante ponto de convergência da época para escoamento dos produtos da região. Referencial da história e cultura dos americanenses, após um longo período em estado de abandono, foi devolvida a população em dezembro de 2004, passando a sediar um centro turístico-cultural que abriga o Projeto Raízes e Cine Clube, entre outros projetos.

Casa de Cultura “Hermann Müller”: Instalada em 2001 na antiga residência de Hermann Müller Carioba. Sua construção, em estilo germânico, acolhe exposições periódicas de artistas locais e da região. Oferece oficinas culturais e salas para eventos da área cultural.

Museu de Arte Contemporânea de Americana: Fundado em 1978, possui um acervo com cerca de 300 obras de artistas modernos e contemporâneos. Promove mostras periódicas deste acervo, bem como de artistas contemporâneos de todo o país, além de palestras, oficinas e workshops de artes. Oferece atendimento didático às escolas e possui uma biblioteca especializada em artes. Sua principal realização anual é o “Prêmio Revelação de Artes Plásticas”, concurso de âmbito nacional que premia a produção artística.

Parque Ecológico “Cid Almeida Franco”: Ocupa uma área 120 mil m². Conta com 107 espécies de animais, 23 delas ameaçadas de extinção, sendo que cerca de 85% são pertencentes à fauna brasileira. Foi inaugurado recentemente, em suas dependências o Núcleo de Educação Ambiental, que possui biblioteca especializada e salas para palestras.

Matriz de Santo Antônio:  (Velha) Igreja do final do século XIX, construída em estilo barroco pôr imigrantes italianos. A Velha Matriz de Santo Antônio representa a tradição do povo americanense e é um marco na sua história.

Praça da Matriz (continuação da rua Capitão Corrêa Pacheco) – Centro Matriz de Santo Antônio (Nova) Matriz de Santo Antônio foi construída pôr imigrantes italianos e seus descendentes. Ela é uma das maiores igrejas católicas construídas no estilo neoclássico no país. Suas paredes e teto têm pinturas que são verdadeiras obras de arte. De cada janela foi feito um vitral com um dos dez mandamentos.

Museu Histórico “Dr. João da Silva Carrão”: O Museu do “Salto Grande”, como é popularmente conhecido, está instalado nas dependências da casa sede da antiga Fazenda Salto Grande, desde 1974. Sua edificação, erguida na 1ª década do século XIX (1810), utilizou madeira nativa, taipa e mão-de-obra escrava. Magnífico exemplar de sua época e região, o solar possui aproximadamente 2 mil m² de área construída. Foi tombado pelo CONDEPHAAT em 1982. Seu acervo possui peças que evidenciam a história local e do surgimento da cidade, bem como a arquitetura do período colonial. Atualmente o museu recebe visitação apenas monitorada e está em reestruturação e reformas de adequação.

Praia dos Namorados:  Área de lazer situada às margens da Represa de Salto Grande (Rio Atibaia), possui completa estrutura de quiosques, bares, lanchonetes, play ground, com opção de entretenimento musical para adultos e crianças. É uma área de recreação e lazer com completa estrutura montada pela administração municipal para atender famílias e visitantes. Km 124 da Via Anhanguera Praia Azul Situada às margens da Represa Salto.

Grande Rio Atibaia, é um interessante local de recreação e lazer pôr seu paisagismo e sua estrutura de bares e lanchonetes. Km 124 da Via Anhanguera.

Igreja São João Batista de Carioba: Construída no final da década de 40, pela comunidade de operários da Fábrica de Tecidos Carioba, mantém até hoje suas linhas originais. As festas realizadas em seu entorno têm o ponto alto na comemoração da data do padroeiro São João, cujas festividades fazem parte do calendário oficial da cidade.

Praça Comendador Müller Com suas belas e imponentes árvores, é um tradicional ponto de encontro dos americanenses. Possui um monumento ao Soldado Constitucionalista, fonte luminosa, quiosques para refeições rápidas e feiras de artesanato.

Avenida Brasil Cartão Postal da cidade, situa-se na sua área central. Possui majestosas palmeiras imperiais, sendo bastante prestigiada pela juventude de Americana. Totalmente revitalizada, abriga bares e restaurantes com vasta programação musical e gastronômica. Corredor de acesso ao Parque Ecológico, é frequentemente utilizada pelos americanenses para a prática de caminhadas e ou corridas.

Aeroporto Municipal de Americana: Importante referencial do tráfico aéreo da região, possui pista asfaltada, iluminada (para voos noturnos), com balizamento e dimensões de 1200x30 metros. Seu projeto de revitalização encontra-se em andamento.

Centro Cívico “Milton Fenley Azenha”: Complexo poliesportivo municipal, possui piscina semiolímpica e de salto (aquecidas), três quadras cobertas, pista de atletismo, campo de futebol e cinco quadra de tênis. Espaço muito utilizado pôr atletas profissionais e amadores, bem como pessoas interessadas na prática de atividades físicas.

Velódromo Municipal: O Velódromo Municipal de Americana, localizado no Conjunto Poliesportivo “Ayrton Senna da Silva”, ocupa a área de 34.742 m². Sua pista tem dimensão oficial de 333 metros, conforme exigência da Confederação Brasileira de Ciclismo. Além do velódromo de Americana só existem outros três no país, em São Paulo/SP, Curitiba/PR e Caieiras/SP. Av. Bandeirantes s/n° - Colina Passeios Monitorados: - Projeto Raízes: é um projeto monitorado aos marcos históricos da cidade, onde os participantes são convidados a conhecer a história de acordo com os locais visitados.

ALUMÍNIO – SP
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abril 28, 2021abril 28, 2021

ALUMÍNIO – SP

As origens do município de Alumínio remontam ao ano de 1899, quando foi inaugurada a estação ferroviária de Rodovalho, em homenagem a Cel. Antônio Proost Rodovalho, dono de uma fábrica de cimento que estava sendo construída na região na época. A fábrica funcionou até a década de 1920, quando a mesma foi fechada; anos mais tarde, Antônio Pereira Ignácio adquiriu o antigo prédio da fábrica de Rodovalho e nela começou a fabricar vidros, passando a fabricar mais tarde outros produtos, em escala reduzida de produção. Em 1941, era fundada a Companhia Brasileira de Alumínio, que iria se instalar ao lado da estação Rodovalho, mas a guerra impediu a sua imediata implantação. Somente em 1946, a Estrada de Ferro Sorocabana mudou o nome da estação de Rodovalho para Pereira Ignácio e, logo depois, para Alumínio, originando o nome do pequeno núcleo urbano que ali estava se formando. A Cia. Brasileira de Alumínio iniciou as suas operações somente 14 anos depois da sua fundação, em 1955. Alumínio pertenceu ao município de São Roque até 1957, quando o município de Mairinque foi emancipado; mesmo assim, Alumínio continuou sendo um bairro, desta vez de Mairinque. Em 1991, Alumínio finalmente se tornou município

ALTINÓPOLIS – SP
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abril 28, 2021abril 28, 2021

ALTINÓPOLIS – SP

Altinópolis, um município da Região Metropolitana de Ribeirão Preto, com uma altitude média de 950 metros, proporciona de quase todos os lugares da cidade uma vista panorâmica das serras que a rodeiam. Distante 346 km da Capital é conhecida pelas suas atrações turísticas, como as esculturas de Bassano Vaccarini e as inúmeras cachoeiras e grutas. Com uma população estimada de 16.184 pessoas, pelo IBGE/2019, tem o privilégio de possuir um agradável clima serrano, além de oferecer o sossego e a tranquilidade do interior.
Altinópolis também agrada e oferece condições aos praticantes dos esportes de aventura, como o rapel e o trekking. Vale destacar que o município possui um dos poucos museus a céu aberto de todo o mundo, com belas esculturas do mestre Bassano Vaccarini (1914 – 2002).
Trata-se da Praça das Esculturas que reúne grande parte das obras do artista que nasceu em San Columbrano al Sambro, na Itália e chegou ao Brasil após a Segunda Guerra Mundial, em 1946, capitaneando uma comitiva de artistas plásticos italianos para uma exposição e escolhendo Altinópolis como seu grande atelier. Além de professor de Artes Plásticas da FAU-USP (em São Paulo) e da Unarp (em Ribeirão Preto, onde morou), Vaccarini foi figurinista, cenógrafo, diretor do Teatro Brasileiro de Comédia, pintor e escultor notável.
Os turistas que gostam de museus e de conhecer a história e a cultura locais podem visitar o Museu e Casa da Cultura para saber mais sobre a vida deste artista plástico italiano. Situado em um imponente prédio no centro da cidade, o visitante conhecerá o acervo do artista, formado por esculturas em raízes, bronze, pinturas e desenhos. Outros lugares com a marca do Vaccarini são o Painel San Martinho e o Jardim das Esculturas, com 42 obras do artista.
Durante a noite, uma boa caminhada é pelo centro histórico de Altinópolis, passeando pelo Parque da Lagoa, pela Praça da Conversa e pela Praça do Trabalhador. Com uma vasta área verde, o município possui atraentes paisagens e ótimas opções para o ecoturismo em seus diversos rios, cachoeiras, grutas e corredeiras. Além dos cenários naturais, a gastronomia completa a cultura local, com uma excelente comida típica caipira feita no fogão à lenha.
No calor, a dica é tomar banho de água doce e gelada na Cachoeira do Itambé. A atração está localizada numa reserva florestal e conta com 60 metros de queda d’água – ideal para rapel. Outro destaque na cachoeira são as trilhas para conhecer a região e áreas para piqueniques. Visita obrigatória: o Morro da Mesa que é perfeito para assistir ao pôr do sol que fica a 40 km do centro da cidade, entre a divisa dos estados de São Paulo e Minas Gerais, com vista panorâmica para a região.
Outro ponto de encontro dos turistas com a natureza é a Gruta do Itambé, que conta com mais de 28 metros de altura em sua fachada e impressionantes 350 metros de galerias internas. A formação rochosa e o desgaste natural das pedras da área deram origem à formação. Para chegar até lá é necessário se afastar do centro da cidade, já que ela se localiza cerca de 12 km de Altinópolis, na região serrana. Tem mais: este destino que é Município de Interesse Turístico – MIT, desde 2017, dispõe de cinco rios que geram 35 quedas d'água por cachoeiras e cascatas e uma delas tem 72 metros de altura.
Também há roteiros turísticos com oito grutas devidamente catalogadas. Atrações diversificadas para todos. Em relação à história , o povoamento do local se iniciou no séc. XIX e com a construção da antiga Estrada de Ferro, o crescimento da cidade alavancou. Com a chegada de imigrantes italianos, portugueses, sírios e libaneses, além da plantação de café e a pecuária, começaram a surgir as primeiras ideias da independência do Distrito em relação à cidade de Batatais.
E em dezembro de 1918, por lei estadual, foi elevada à categoria de município, onde foi vencedor, por plesbicito, o nome de Altinópolis, em homenagem ao presidente do Estado de São Paulo, Dr. Altino Arantes. No dia nove de março de 1919 foi instalada a primeira Câmara Municipal simbolizando, esta data, a fundação da cidade. Finalmente, em 25 de abril de 1965, instalou-se a comarca de Altinópolis, sinalizando completa independência e autonomia do município. Altinópolis é ótima para o ecoturismo e o turismo cultural. A riqueza de sua natureza se traduz nos rios, cachoeiras, grutas e imensa área verde. De outro lado, sua importância cultural se mostra nas obras do artista plástico Bassano Vaccarini, que estão espalhadas por toda a cidade.
Participou da 2ª guerra mundial como paraquedista e com o fim da guerra, veio ao Brasil.
Por volta de 1980, o então prefeito Dr. Pio Antunes de Figueiredo o convidou para trabalhar em Altinópolis e enquanto trabalhou Vaccarini se empenhou em transformar a cidade em uma "galeria a céu aberto".
Os jornais tiveram grande importância no papel da emancipação, destacando-se os jornais O Progresso, O Imparcial e A Evolução.
Atrativos Turísticos: Gruta e Cachoeira do Itambé: É uma das principais atrações turísticas da cidade, possui formação arenítica, o que a torna suscetível a grandes desgastes, tanto pela ação antrópica quanto pela ação natural. Possui uma fachada de 28 m de altura e uns 350 m de galerias. Na região da Gruta do Itambé também se localiza a Cachoeira do Itambé que proporciona uma bela visão da natureza da cidade. Outra atração da gruta são duas cavidades em forma de orelhas de onde jorra pequena quantidade de água, esse fenômeno é causado pela absorção de água pelo solo exterior da gruta, que encontrou como saída essas duas formações.
Praça das Esculturas: Também conhecida como "Jardim das Esculturas" ou ainda "Praça Dr. Ulysses Guimarães". A Praça das Esculturas é uma das mais importantes obras do artista plástico ítalo-brasileiro Bassano Vaccarini que utilizou a exaltação à mulher como fonte de inspiração. O Jardim possui sete monumentos com 42 esculturas. Os sete grupos são divididos da seguinte forma: Mãe com criança e mulheres recepcionistas, Equipe de mulheres, O Casal - Homenageia o casal que doou as terras para a construção de Altinópolis. Representa o Major Garcia e sua esposa Maria Thereza Figueiredo Garcia (A escultura possui 5 metros), Mulher sensual, Mulher solidão, Figuras atravessando a parede e a Grande assembleia de mulheres - É a obra mais extensa da praça, com 20 figuras. Representa a discussão de problemas como a discriminação da mulher na sociedade, reivindicação de inclusão na política, condições de igualdade etc.
Praça Igreja Matriz: (Paróquia Nossa Senhora da Piedade) Primeira Igreja de Altinópolis, palco de onde acontecem missas dentro da igreja e eventos na praça como por exemplo a Festa de Santo Reis, Expoal e Quermesse. São festas que acontecem à décadas todos os anos, cada uma na sua data específica.
Museu e Casa da Cultura: Os turistas que amam cultura não deixam de visitar os museus e conhecer a história e a cultura local. No Museu e Casa da Cultura podemos encontrar mais sobre a vida do artista plástico italiano Vaccarini. Situado em um imponente prédio no centro da cidade, o visitante conhecerá o acervo do artista, formado por esculturas em raízes, bronze, pinturas e desenhos.
Praça da Conversa, Praça do trabalhador e Parque da Lagoa Com esculturas de Vaccarini vale a pena conhecer e durante a noite, aproveite para caminhar no centro histórico de Altinópolis, passeando por esses três locais.
Morro da Mesa Morro da Mesa (que lembra a Chapada das Mesas no Maranhão) é perfeito para assistir ao pôr do sol, a 40 km da cidade, entre a divisa dos estados de São Paulo e Minas Gerais. O lugar tem vista panorâmica para a região, uma visita obrigatória.

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