O Rio de Janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espírito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de 43.696,054 km², sendo pouco maior que a Dinamarca. Sua capital é a cidade do Rio de Janeiro. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente “rio”). Os municípios mais populosos são: Rio de Janeiro, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Niterói, São João de Meriti, Campos dos Goytacazes, Petrópolis, Magé, Volta Redonda, Itaboraí, Mesquita, Macaé, Cabo Frio e Nova Friburgo. Muitas cidades destacam-se devido à forte vocação turística: Angra dos Reis, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Nova Friburgo, Penedo (distrito de Itatiaia), Paraty, Petrópolis, Rio das Ostras, Saquarema, Teresópolis, entre outras.

O estado é formado por duas regiões morfologicamente distintas: a baixada e o planalto, que se estendem, como faixas paralelas, do litoral para o interior. Paraíba do Sul, Macaé, Guandu, Piraí, Muriaé e Carangola são os principais rios. O clima é tropical. Cartão-postal do País, o Estado do Rio de Janeiro possui uma beleza incomparável, com grande diversidade de climas e paisagens, além de intensa vida cultural, que proporcionam excepcional diversão à população e aos turistas e atrativas oportunidades de investimento no Estado. Além da cidade do Rio de Janeiro, internacionalmente conhecida, o Estado possui uma irresistível variedade de recursos turísticos, sendo que cada cidade oferece uma surpresa.

A cidade do Rio de Janeiro, constituída por paisagens de excepcional beleza cênica, tem na água e na montanha os regentes de sua geografia exuberante. A diversidade topográfica do Rio de Janeiro se estende à cobertura vegetal. Florestas recobrem encostas e espécies remanescentes de mata atlântica são preservadas no Parque Nacional da Tijuca. Mata de baixada, restingas e manguezais são preservadas nas áreas de proteção ambiental de Grumari e Prainha. Embora a cidade tenha se tornado uma das maiores áreas urbanas do mundo, cresceu em volta de uma grande mancha verde, que responde pelo nome de Floresta da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, que continua mantendo valiosos remanescentes de seus ecossistemas originais, mesmo tendo sido replantada no século XIX.

Foi o primeiro exemplo de reflorestamento com espécies nativas. A interferência do homem trouxe ainda mais natureza para a cidade com a construção de parques, praças e jardins. Aos poucos os ecossistemas foram sendo protegidos pela legislação ambiental e uma grande quantidade de parques, reservas e área de proteção ambiental foram sendo criados para garantir sua conservação. A pujança cultural do estado está espelhada principalmente na capital, a cidade do Rio de Janeiro.

O município de Niterói, nos últimos anos começou uma grande revolução nesse setor quando houve a inauguração do Museu de Arte Contemporânea da Cidade (Obra de Oscar Niemeyer) e em breve a inauguração do Caminho Niemeyer, projeto do mesmo arquiteto do MAC, que contará com teatro, cinemas, museu, igrejas e um centro de memória. Em 2006, 65% da produção do cinema nacional foi realizada por produtoras sediadas na capital fluminense, que possui, também, cerca de 180 salas de cinema, maior proporção do país entre as capitais, e a maior proporção também de museus, (80 no total e 43 teatros).

Entre os principais museus do estado estão o Museu Imperial de Petrópolis, Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), o Museu Histórico Nacional, o Museu Histórico da República, o Museu Chácara do Céu, o Museu de Arte Moderna (MAM), o Museu da Quinta da Boa Vista, o Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) e o do Forte de Copacabana – Museu Histórico do Exército. Também está em construção na capital fluminense, na Barra da Tijuca, a Cidade da Música Roberto Marinho, um complexo que abrigará a maior sala de concertos da América Latina.

A Cidade do Rio de Janeiro é o principal centro turístico do Brasil, e alguns de seus pontos de atração, como Pão de Açúcar e o Corcovado, tornaram-se mesmo símbolos do País. Nas Cidades do interior fluminense encontram-se atrações diversas, desde museus e parques, até a prática do alpinismo ou da caça submarina. Extensa rede de hotéis oferece ao turista conforto, lazer e cultura em viagem pelo interior do Estado. Entre as atrações do restante do Estado contam-se balneários e estâncias serranas. As Cidades litorâneas recebem nos fins de semana e no verão grande número de visitantes.

De oeste para leste sucedem-se praias. Na Costa do Sol contrastes entre o luxo e a simplicidade, o colonial e o moderno, diferentes tipos de culinária, de embarcações e de modos de vida, tendo no moinho de vento o seu símbolo característico. As colônias de pescadores também marcam o perfil dessa região, dando uma tonalidade rústica à paisagem. Tem como principais atrações turísticas os Balneários de Búzios, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Rio das Ostras, Maricá e Saquarema. Na Costa Verde as montanhas entram em contato com o mar, incluindo mais de 2.000 praias e 300 ilhas. As cores da água apresentam várias tonalidades de verde, e são ideais para a prática de qualquer modalidade de esporte aquático, para a navegação desportiva e concentra 90% da frota de embarcações de lazer do País. A Capital, conhecida como “Cidade Maravilhosa”, tem os dois maiores cartões-postais do País: o Pão de Açúcar e o Corcovado.

Com um grande acervo histórico e arquitetônico e uma paisagem natural diversificada, é o principal centro turístico brasileiro. As suas praias e o desfile das escolas de samba atraem turistas do mundo inteiro. Há também importantes áreas verdes, como a Floresta da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo. O litoral é pontilhado por Cidades famosas, como Parati e Angra dos Reis, ao sul; Búzios e Cabo Frio, ao norte. Na região da Serra do Mar, Petrópolis e Nova Friburgo conservam paisagens e costumes da colonização alemã e suíça. As Cidades do Maciço da Mantiqueira, como Visconde de Mauá e Itatiaia – primeiro Parque Nacional Brasileiro -, destacam-se pela beleza natural e pelo ecoturismo.

Do primeiro ao último minuto do ano, não falta o que fazer, o que visitar e o que rever na cidade do Rio de Janeiro, que não por acaso ostenta o rótulo de maravilhosa. Além das praias e de seus outros dois ícones geográficos – o Corcovado e o Pão de Açúcar – o Rio vem ganhando uma série de atrativos culturais e gastronômicos, bem como incrementando sua rede hoteleira, já no embalo dos dois grandes eventos esportivos dos quais será protagonista: a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Quem deixa a capital e percorre o litoral fluminense encontra praias de beleza raríssima. Ao Norte, na Região dos Lagos, estão as dunas de Cabo Frio, as águas translúcidas e frias de Arraial do Cabo, boas para mergulho, a badalação de Búzios e as trilhas rurais de Rio das Ostras.

De frente para a Baía da Guanabara, Niterói mostra que a vista para a cidade do Rio não é o único atrativo. Além de oferecer, na sua face voltada para o alto mar, trechos de areia ideais para quem quiser fugir do agito de Ipanema e Copacabana, o município começa a explorar o legado das construções assinadas por Oscar Niemeyer, entre elas o famoso Museu de Arte Contemporânea. No sentido do Sul estão o requinte bucólico de Paraty – cujo sossego só é quebrado nos feriados e em julho, quando acontece a Flip, concorrida festa literária – e as 365 ilhas na Baía de Angra dos Reis (uma para cada dia do ano, dizem), das quais a Ilha Grande é um idílio de mochileiros e estrangeiros.

E como nem só de mar se faz um Rio de Janeiro, a região serrana, ainda em recuperação, abriga as lembranças do Brasil Império em Petrópolis, o clima europeu de Nova Friburgo e o turismo ecológico nas cercanias de Teresópolis. Na divisa com Minas Gerais e São Paulo, a região de Visconde de Mauá é destino de casais, sobretudo, que buscam natureza, pousadas charmosas e restaurantes estrelados.